Acordo sobre Opel pode ser assinado nesta semana, diz GM
da Reuters, em Xangai
da Folha Online
A fabricante americana de veículos GM (General Motors) pode finalizar nesta semana um acordo para vender uma fatia majoritária em seu braço europeu, a Opel, para um consórcio russo-canadense, disse nesta terça-feira o presidente da companhia, Fritz Henderson.
"É muito provável que os documentos sejam assinados nesta semana", afirmou Henderson a jornalistas em Xangai. As conversas em torno da Opel, de cujo controle a GM está se desfazendo em reestruturação orquestrada pelo governo dos Estados Unidos, já levam meses e têm adicionado tensão entre os funcionários da montadora, metade dos quais na Alemanha.
No último dia 24, o ministro da Economia da Alemanha, Karl-Theodor zu Guttenberg, previu que a Comissão Europeia, o órgão executivo da UE (União Europeia), aprovará o resgate do fabricante automobilístico Opel, apesar da oposição em alguns países.
A montadora de Detroit decidiu no mês passado que venderia uma fatia de 55% na Opel para um consórcio que inclui a canadense Magna e o banco russo Sberbank.
Os comentários se seguiram a uma declaração do líder trabalhista da Opel Klaus Franz, na segunda-feira, sobre a expectativa de que um acordo seja assinado ainda nesta semana.
Até lá, a fornecedora de autopeças canadense precisa chegar a um acordo com influentes líderes dos trabalhadores da Opel sobre economias anuais de 265 milhões de euros (US$ 387,4 milhões).
Sindicatos estão negociando com Magna e GM um plano de reestruturação que pode levar ao corte de milhares de postos de trabalho na Europa.
Também no dia 24, o jornal britânico "Financial Times", informou que o ministro do Comércio do Reino Unido, Peter Mandelson, enviou uma carta dirigida à comissária de Concorrência da UE, Neelie Kroes, na qual adverte que o plano de reestruturação da Magna é caro demais e injusto em seu tratamento às fábricas mais produtivas.
"Está previsto que as unidades mais eficientes do Reino Unido e da Espanha trabalhem abaixo de sua capacidade a favor de outras fábricas da General Motors menos eficientes", diz Mandelson na carta.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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