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Dinheiro
14/10/2009 - 11h10

Indústria paulista tem aumento de 14 mil vagas em setembro, diz Fiesp

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TATIANA RESENDE
da Folha Online

A indústria paulista registrou saldo positivo de 14 mil vagas em setembro, o que representou uma elevação de 0,63% no nível de emprego no Estado no confronto com agosto nos dados sem ajuste sazonal, segundo a pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

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Em agosto, a indústria havia registrado a criação de 1.500 vagas. Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, houve aumento no nível de emprego no mês passado de 0,20%.

Em relação a setembro do ano passado, a queda no nível de emprego foi de 8,19%, o que representa uma eliminação de 198 mil vagas nesta base de comparação. No acumulado do ano, a indústria paulista já eliminou 43 mil postos de trabalho (-1,89%).

No mês passado, dos 22 setores, 19 tiveram desempenho positivo, um mais demitiu que contratou e dois ficaram estáveis.

Setores

No mês passado, dos 22 setores, 19 tiveram desempenho positivo, um mais demitiu que contratou e dois ficaram estáveis.

O setor com maior saldo de contratação em setembro, com relação a agosto, foi confecção de artigos do vestuário e acessórios (4.341), seguido de veículos automotores, reboques e carrocerias com 1.660.

Apenas três setores apresentaram saldo negativo: máquinas e equipamentos, com corte de 15 vagas, equipamento de informática, produtos eletrônicos e óticos (-43) e coque de produtos derivados do petróleo e de biocombustíves (-413).

Sensor Fiesp

A Fiesp também divulgou hoje o Sensor Fiesp --indicador de perspectivas futuras da indústria paulista-- da primeira quinzena de outubro. O índice atingiu 59,3 pontos, contra 57,8 pontos verificados na segunda quinzena de setembro.

O índice varia entre 0 e 100 pontos, sendo que acima de 50 pontos indica otimismo e, de 50 para baixo, pessimismo.

O sensor do mercado foi o mais alto no mês, com 65,9 pontos, seguido pelo setor de vendas, com 63,2 pontos.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (71) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (71) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. sem opinião
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Gostaria inicialmente de parabenizar os internautas Henrique Silva e Cassio Tavares pelas considerações em que aliam lucidez com uma saudável confiança nas transformações que norteiam nosso amado País nos últimos 7 anos. Com efeito temos testemunhado a revalorização do ensino técnico (que por muitas décadas foi relegado ao abandono) com ampliação da rede de escolas técnicas e a inaugaração de novos CEFETs. Ou o reconhecimento de que para ocupar o espaço que o País almeja no cenário internacional deverá construir um mínimo de capacidade militar, não para alimentar ambições materialistas mas para deixar claro a posse de uma capacidade mínima de dissuação além de construir condições operacionais para executar missões que lhe forem atribuídas no caso de conquistar um merecido lugar no como membro permanente no Conselho de Segurança da ONU (convenhamos que alguns argumentos falsamente pacifistas do presidente anterior - filho, neto e sobrinho de generais - contra a revitalização das Forças Armadas não passaram exercício de demagogia barata => a ponto de pregar que o Presidente do Brasil possa viajara em aviões de carreira=> qualquer pessoa com um mínimo de discernimento sobre segurança institucional sabe que tal postura é no mínimo irresponsável).
E p/os que insistem em argumetar que Lula foi favorecido por um cenário internacional positivo como negar a habilidade de seu governo em lidar com a maior crise do sistema capitalista pós crash da bolsa em 1929.
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Francisco Oliveira (403) 02/12/2009 17h47
Francisco Oliveira (403) 02/12/2009 17h47
Sergio Barbosa, uma pequena aula de história recente. Primeiro, Rubens Ricupero sempre foi amigo de FHC, mas quem fez o plano REAL a pedido do Presidente Itamar foi o então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, que convocou os economistas, Persio Arida, Andre Lara Resende, Gustavo Franco, Edmar Bacha e Pedro Malan, todos foram colaboradores do governo FHC que foi eleito e REELEITO SEMPRE em PRIMEIRO TURNO!
Sem este plano o seu caríssimo Presidente Lula não poderia ter feito o governo que fez, reescrever a história é típico de ditadores pois não se sustentam para sempre. Getúlio Vargas só fez reformas neste país porque não tinha oposição e o judiciário era obediente, exatamente como hoje, assim é fácil governar, se FHC tivesse feito o mensalão e cooptado deputados de todos os partidos teria feito muito melhor, mas ele é um DEMOCRATA, portanto não poderia jamais aceitar uma situação como a de hoje.
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