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Dinheiro
20/10/2009 - 08h11

General Motors espera confirmação da venda da Opel nesta semana

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da Efe, em Londres

A fabricante americana de veículos GM (General Motors) está "razoavelmente confiante" em que nesta semana será assinada a venda da Opel para Magna International e Sberbank, apesar da advertência da UE (União Europeia), de que a operação poderia violar a legislação sobre ajudas públicas.

"O governo alemão está dialogando com a UE", declarou ao jornal britânico "Financial Times" o diretor-executivo da GM, Fritz Henderson.

Ele explicou que ficar com a Opel é o plano B, se isso acabar sendo necessário, mas a melhor opção é fechar o trato com Magna, negando que haja outros potenciais compradores. "Tivemos numerosas e exaustivas discussões com nosso conselho de direção, explicamos porque está justificada a operação com Magna e a necessidade de apoiá-la", acrescentou o diretor-executivo da GM.

"Se as circunstâncias mudam fundamentalmente, voltaríamos a consultar o conselho. Mas nesse momento, todos nossos esforços estão para fechar o acordo com a Magna", explicou.

A comissária europeia da concorrência, Neelie Kroes, escreveu na sexta-feira (16) uma carta ao ministro alemão de Economia, Karl-Theodor zu Guttenberg, na qual lhe advertia que a projetada ajuda de Berlim a Opel poderia violar a legislação comunitária ao estar condicionada a que Magna e Sberbank assumissem o controle.

Um porta-voz do truste alemão ao cargo atualmente da Opel assegurou na segunda-feira que a decisão de aprovar sua venda ao grupo austríaco-canadense Magna e ao banco russo Sberbank obedecia a razões puramente econômicas.

O porta-voz da empresa alemã disse que correspondia a Berlim esclarecer com Bruxelas qualquer motivo de preocupação que houvesse embora expressasse sua esperança que não tenha que "recomeçar todo o processo novamente".

A Comissão Europeia --o órgão executivo da UE-- disse ter visto uma carta enviada no sábado (17) pelo governo alemão à GM e aos administradores da Opel na qual afirmava que a prometida ajuda estatal de 4,5 bilhões de euros não estava condicionada a que Magna e Sberbank ficassem com a empresa alemã mas estava aberta a todos os que ofertassem por ela.

A RHJ International, que tinha mostrado seu interesse pela Opel até que a GM optou em setembro por Magna, descartou ontem que tivesse interesse em fazer uma nova oferta.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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