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Dinheiro
26/10/2009 - 08h26

Crescimento da economia depende de crédito e desoneração, diz Lula

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da Reuters

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que para o Brasil se tornar uma das maiores economias do mundo é necessário ter mais crédito e desonerar de impostos setores que necessitem. Com essas medidas, não é preciso fazer "nenhuma invenção e nenhuma mágica".

Lula, no programa semanal de rádio "Café com o Presidente", mencionou estudo do Banco Mundial que prevê que o Brasil pode se tornar a quinta economia do mundo em 2016 se continuar crescendo.

"Nós precisamos fazer as coisas corretas, sabe, nós não temos que fazer nenhuma invenção e nenhuma mágica. Apenas ter consciência que nós precisamos ter mais crédito, que nós precisamos, na medida em que for necessário, um setor ter desoneração, temos que fazer desoneração, porque nós temos que incentivar o povo brasileiro a comprar aquilo que ele ainda não tem", disse Lula no programa de seis minutos.

Lula fez as afirmações ao comentar dados sobre o desemprego divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última semana. De acordo com o estudo, o desemprego caiu para 7,7% em setembro, menor índice desde dezembro de 2008 --quando estava em 6,8%-- e abaixo dos 8,1% de agosto.

O presidente disse que a economia está no caminho certo, pois a indústria, o comércio, o emprego e a massa salarial estão em ritmo de crescimento no Brasil e disse que o país precisa de vários anos consecutivos de aceleração para que possa recuperar "o atraso a que foi submetido".

"É uma roda gigante que não pode parar. Ela tem que continuar girando, para que a gente possa recuperar o atraso a que o Brasil foi submetido nas décadas em que ele não conseguiu se desenvolver", afirmou.

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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