Bolsas em NY recuam um dia após PIB mostrar fim da recessão
da Folha Online
As Bolsas americanas abriram em baixa nesta sexta-feira, um dia depois de o governo dos Estados Unidos ter apresentado um crescimento de 3,5% no PIB (Produto Interno Bruto) no terceiro trimestre, encerrando a recessão técnica em que o país estava há um ano (nesse critério, recessão é definida como ao menos dois trimestre seguidos de retração).
Às 11h59 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em baixa de 0,77%, indo para 9.885,49 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 caía 0,79%, para 1.057,69 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em baixa de 0,46%, indo para 2.087,96 pontos.
Ontem o Dow Jones e o S&P tiveram ganho de mais de 2%, e a Nasdaq subiu 1,8%. O dado sobre o PIB trouxe otimismo aos investidores sobre o ritmo de recuperação da economia americana, mas o governo ainda vem recebendo críticas pela lentidão na criação de empregos.
Hoje a Casa Branca deve divulgar um levantamento mostrando o impacto sobre o mercado de trabalho dos gastos já feitos do pacote de US$ 787 bilhões aprovado em fevereiro deste ano. Estimativas mostraram que, com US$ 150 bilhões já gastos até o fim de setembro, o país tenha criado ou mantido cerca de 650 mil empregos.
Também hoje o governo informou que os gastos dos consumidores caíram 0,5% em setembro, após um crescimento de 1,4% em agosto. A renda dos americanos, por sua vez, ficou estável. Ambos os dados, no entanto, ficaram em linha com o esperado. Segundo analistas, a renda não tem avançado devido, em parte, à alta taxa de desemprego no país (atualmente em 9,8%).
"Não há muito sobre o que negociar no momento", disse o presidente da Place Financial Advisors, Bryan Place, segundo a agência de notícias AP (Associated Press).
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A grande pergunta aqui é se esse "problema" em Dubai, é o reflexo ainda da crise de um ano atrás, ou é o aviso que a tal crise ainda não acabou e está agora entrando em outra fase?
Portanto, Dubai é reflexo, consequência ou início de um novo ciclo de destruição econômica?
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