Confiança do consumidor nos EUA cai em outubro, diz universidade
da Reuters, em Nova York
A confiança do consumidor nos Estados Unidos caiu neste mês, com a preocupação dos americanos sobre suas finanças pessoais, preferindo pagar dívidas a fazer novos gastos, devido à incerteza sobre o mercado de trabalho. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela Universidade de Michigan.
O índice apurado pela universidade ficou em 70,6 pontos, contra 73,5 em setembro. Mesmo com a queda, a confiança ainda está em níveis considerados saudáveis, se comparados com os vistos em 2008 --em novembro do ano passado o indicador atingiu 55,3 pontos, menor patamar desde meados dos anos 80.
Também superou as expectativas dos analistas, que previam um resultado em 70 pontos. Embora o ritmo da recuperação da economia tenha melhorado em relação ao visto um ano, "os consumidores continuaram a manifestar avaliações sombrias sobre suas situações financeiras", informou a universidade.
"Essas avaliações negativas, ao lado das intenções de elevar seu nível de poupança e diminuir o endividamento, vão limitar qualquer recuperação nos gastos do consumidor", diz o comunicado.
O governo informou hoje que os gastos dos consumidores caíram 0,5% em setembro, após um crescimento de 1,4% em agosto. A renda dos americanos, por sua vez, ficou estável. Ambos os dados, no entanto, ficaram em linha com o esperado. Segundo analistas, a renda não tem avançado devido, em parte, à alta taxa de desemprego no país (atualmente em 9,8%).
No trimestre passado como um todo, no entanto, os gastos dos consumidores registraram crescimento de 3,4% entre julho e setembro, revertendo a queda de 0,9% no segundo trimestre, segundo dados divulgados ontem.
O índice de expectativas caiu para 68,6 pontos, contra 73,5 no mês passado. Já o índice de avaliação da situação atual da economia do país passou de 73,4 em setembro para 73,7 pontos --maior nível desde setembro de 2008, quando estava em 75 pontos.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
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