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Dinheiro
30/10/2009 - 13h23

Confiança do consumidor nos EUA cai em outubro, diz universidade

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da Reuters, em Nova York

A confiança do consumidor nos Estados Unidos caiu neste mês, com a preocupação dos americanos sobre suas finanças pessoais, preferindo pagar dívidas a fazer novos gastos, devido à incerteza sobre o mercado de trabalho. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela Universidade de Michigan.

O índice apurado pela universidade ficou em 70,6 pontos, contra 73,5 em setembro. Mesmo com a queda, a confiança ainda está em níveis considerados saudáveis, se comparados com os vistos em 2008 --em novembro do ano passado o indicador atingiu 55,3 pontos, menor patamar desde meados dos anos 80.

Também superou as expectativas dos analistas, que previam um resultado em 70 pontos. Embora o ritmo da recuperação da economia tenha melhorado em relação ao visto um ano, "os consumidores continuaram a manifestar avaliações sombrias sobre suas situações financeiras", informou a universidade.

"Essas avaliações negativas, ao lado das intenções de elevar seu nível de poupança e diminuir o endividamento, vão limitar qualquer recuperação nos gastos do consumidor", diz o comunicado.

O governo informou hoje que os gastos dos consumidores caíram 0,5% em setembro, após um crescimento de 1,4% em agosto. A renda dos americanos, por sua vez, ficou estável. Ambos os dados, no entanto, ficaram em linha com o esperado. Segundo analistas, a renda não tem avançado devido, em parte, à alta taxa de desemprego no país (atualmente em 9,8%).

No trimestre passado como um todo, no entanto, os gastos dos consumidores registraram crescimento de 3,4% entre julho e setembro, revertendo a queda de 0,9% no segundo trimestre, segundo dados divulgados ontem.

O índice de expectativas caiu para 68,6 pontos, contra 73,5 no mês passado. Já o índice de avaliação da situação atual da economia do país passou de 73,4 em setembro para 73,7 pontos --maior nível desde setembro de 2008, quando estava em 75 pontos.

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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