Dinheiro
31/10/2009 - 12h39

Dados mostram recuperação, mas há longo caminho pela frente, diz Obama

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da Reuters, em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, usou neste sábado seu discurso semanal em rádio para dizer aos norte-americanos que os números positivos do emprego e da economia do país, divulgados nesta semana, são evidência de que a nação está se recuperando.

Mas ele alertou que 'temos um longo caminho a percorrer antes de retornar à prosperidade', e mais perdas de empregos podem vir.

A taxa de desemprego dos EUA permanece alta, em 9,8%, apesar de um pacote de estímulo econômico de US$ 787 bilhões que Obama e seus partidários democratas, que são maioria no Congresso, terem aprovado em fevereiro.

Mas boas notícias para a administração Obama nesta semana foram os novos dados mostrando que a economia do país cresceu no terceiro trimestre, a primeira expansão em mais de um ano, assinalando o fim da pior recessão na nação em 70 anos.

'Agora, crescimento econômico não é substituto para o crescimento do emprego', afirmou Obama em seu discurso. 'Mas não criaremos os empregos que precisamos se a economia não estiver crescendo.'

Ele afirmou que uma série de medidas tomadas pela sua administração para a retomada do crescimento, incluindo o pacote de estímulo e corte de impostos, ajudaram a 'moderar o pior dessa recessão'.

A Casa Branca disse na sexta-feira que o pacote salvou ou criou mais de 640 mil empregos até agora, baseada em dados sobre quem recebeu empréstimos e recursos pelo Ato Americano de Recuperação e Reinvestimento.

Democratas e republicanos concordam que a economia será o principal assunto nas eleições do Congresso de 2010, embora a Casa Branca tenha descartado o fato de que o pleito será um julgamento sobre Obama e suas políticas.

Comentários dos leitores
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Quem vende commodities não deve construir prédios com mais de 20 andares. Patético sem opinião
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Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
O governo Obama passou ao poder dos bancos mais de dois trilhões de dólares, arrecadados com venda dos títulos da dívida pública americana, que já descambou de 14 trilhões de dólares. Só a China é credora de mais de um trihão de dólares. O Brasil deve ser credor de mais de 200 bilhões de dólares. O maior devedor do mundo são os Estados Unidos.
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Caros leitores, digam nomes de empresas de Dubai sem ser ligado ao petróleo.
Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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