Dados mostram recuperação, mas há longo caminho pela frente, diz Obama
da Reuters, em Washington
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, usou neste sábado seu discurso semanal em rádio para dizer aos norte-americanos que os números positivos do emprego e da economia do país, divulgados nesta semana, são evidência de que a nação está se recuperando.
Mas ele alertou que 'temos um longo caminho a percorrer antes de retornar à prosperidade', e mais perdas de empregos podem vir.
A taxa de desemprego dos EUA permanece alta, em 9,8%, apesar de um pacote de estímulo econômico de US$ 787 bilhões que Obama e seus partidários democratas, que são maioria no Congresso, terem aprovado em fevereiro.
Mas boas notícias para a administração Obama nesta semana foram os novos dados mostrando que a economia do país cresceu no terceiro trimestre, a primeira expansão em mais de um ano, assinalando o fim da pior recessão na nação em 70 anos.
'Agora, crescimento econômico não é substituto para o crescimento do emprego', afirmou Obama em seu discurso. 'Mas não criaremos os empregos que precisamos se a economia não estiver crescendo.'
Ele afirmou que uma série de medidas tomadas pela sua administração para a retomada do crescimento, incluindo o pacote de estímulo e corte de impostos, ajudaram a 'moderar o pior dessa recessão'.
A Casa Branca disse na sexta-feira que o pacote salvou ou criou mais de 640 mil empregos até agora, baseada em dados sobre quem recebeu empréstimos e recursos pelo Ato Americano de Recuperação e Reinvestimento.
Democratas e republicanos concordam que a economia será o principal assunto nas eleições do Congresso de 2010, embora a Casa Branca tenha descartado o fato de que o pleito será um julgamento sobre Obama e suas políticas.
Leia mais notícias sobre a crise econômica
- Classe média europeia fica mais pobre
- Autoridades dos EUA assumem controle do California National Bank
- Milhares de pessoas fazem fila para último Big Mac na Islândia
Leia mais notícias de economia em Dinheiro
- Embraer negocia montagem de aviões médios na China
- Após 5 anos, governo lança a primeira PPP
- Reembolso na luz deve ser o dobro, dizem entidades
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre a crise nos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


avalie fechar
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
avalie fechar
Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
avalie fechar