Dinheiro
02/11/2009 - 14h01

Vendas pendentes de casas nos EUA crescem 6,1% em setembro

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da Associated Press, em Washington

As vendas pendentes de moradias nos Estados Unidos cresceram 6,1% em setembro, o oitavo mês consecutivo de alta, enquanto os compradores se mexeram para aproveitar um crédito tributário para os primeiros proprietários que expira no fim deste mês.

A NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis, na sigla em inglês) anunciou neste segunda-feira que o índice atingiu 110,1 pontos, a maior leitura desde dezembro de 2006 e mais de 21% acima do nível de um ano atrás. Economistas consultados pela Thomsom Reuters esperavam que o índice ficasse em 103,8 pontos.

A venda de uma casa é considerada pendente quando o vendedor aceitou a oferta mas o negócio ainda não foi fechado. Normalmente, leva-se dois meses até a venda ser concluída. O índice da NAR é, assim, visto como um indicador para vendas futuras de casas.

O mercado imobiliário vem se recuperando do pior impacto em décadas, ajudado por uma agressiva intervenção federal para reduzir as taxas hipotecárias e trazer mais compradores ao mercado.

Comentários dos leitores
celso assis (73) 29/11/2009 20h04
celso assis (73) 29/11/2009 20h04
E OS IMÓVEIS NO BRASIL QUE SUBIRAM NO MINIMO 30 A 40% NOS ULTIMOS 12 MESES VÀO DAR SEU TOMBO QDO? sem opinião
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celso assis (73) 29/11/2009 20h02
celso assis (73) 29/11/2009 20h02
Enqto o presidente do Bco. Central Sr. Meirelles, avisa que vai tudo bem, mas poderá haver problemas à frente, portanto evitem exuberância irracional, os gananciosos chefões do Bradesco e Itau, bancos especialistas em esfoliar seus clientes e o povão, dizem que só há maravilhas a frente. QUE DIFERENÇA NÃO. sem opinião
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O Pacificador (224) 29/11/2009 15h33
O Pacificador (224) 29/11/2009 15h33
"Crise em Dubai pode ameaçar países emergentes..."
A grande pergunta aqui é se esse "problema" em Dubai, é o reflexo ainda da crise de um ano atrás, ou é o aviso que a tal crise ainda não acabou e está agora entrando em outra fase?
Portanto, Dubai é reflexo, consequência ou início de um novo ciclo de destruição econômica?
sem opinião
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