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Dinheiro
02/11/2009 - 14h40

Bolsas dos EUA sobem com dados positivos sobre manufaturas e imóveis

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da Folha Online

As Bolsas de Valores dos Estados Unidos estão se recuperando nesta segunda-feira das grandes perdas registradas na sexta, ajudadas por dados melhores que o esperado a respeito dos setores imobiliário e de manufaturas. Os principais índices subiam mais de 1%, incluindo o Dow Jones, com alta de 1,29%, o Nasdaq, em elevação de 0,84%, e o S&P 500, que subia 1,28%.

Os ganhos vieram depois de o ISM (Instituto de Gestão de Oferta, na sigla em inglês) anunciou que o setor manufatureiro norte-americano teve em outubro o maior ritmo de crescimento em mais de três anos, para 55,7 pontos. É o terceiro mês consecutivo em que o dado fica acima dos 50 pontos, o que indica crescimento.

Além disso, a NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis, na sigla em inglês) divulgou que as vendas pendentes de moradias nos Estados Unidos cresceram em setembro pelo oitavo mês consecutivo. O índice subiu 6,1%, para 110,1 pontos. Foi a maior leitura desde dezembro de 2006 e está mais de 21% acima do nível de um ano atrás. A expectativa dos analistas era de 103,8.

Também nesta segunda o Departamento de Comércio dos EUA disse que os gastos com construção cresceram 0,8% em setembro, acima dos 0,3% previstos pelo mercado.

"Isso deve ajudar a amenizar alguns temores de que a recuperação da economia não é sustentável", afirmou Peter Cardillo, da Avalon Partners Inc..

Os principais índices das bolsas registravam altas modestas antes dos relatórios, ajudados por um surpreendente lucro da Ford, que afirmou que profundos cortes de gastos e a ajuda do governo a ajudaram a lucrar quase US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.

CIT

O anúncio de que o CIT Group entrou com pedido de concordata não prejudicou o resultado dos índices nesta segunda. O pedido, um dos maiores da história corporativa dos Estados Unidos, não surpreendeu o mercado, já que a instituição vinha demonstrando dificuldades financeiras há meses.

A cotação da financeira CIT foi suspenda nesta segunda pela Nyse (a Bolsa de Nova York). A empresa explicou, por meio de um comunicado de imprensa, que a decisão foi adotada a partir do anúncio do conselho de administração do CIT, que declarou falência e apresentou um plano de reorganização que conta com o apoio dos credores da firma.

'Segundo o plano de reorganização, todos os títulos (em cotação) da empresa devem ser cancelados', acrescentou a Bolsa nova-iorquina.

A CIT, especializada em créditos a estudantes e pequenas empresas, declarou falência no domingo depois da decisão do conselho de administração. A financeira prevê um plano para ressurgir como uma nova empresa no final de ano e para isso conta com o apoio de seus credores.

A empresa, que conta com US$ 71 bilhões em ativos, é a quinta empresa a declarar falência na história dos Estados Unidos, depois de Lehman Brothers, Washington Mutual, WorldCom e General Motors.

com Associated Press e Efe

Comentários dos leitores
celso assis (82) 09/12/2009 15h15
celso assis (82) 09/12/2009 15h15
Manda esses gringos incompetentes virem até aqui para fazer um estágio conosco. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (84) 09/12/2009 12h34
Olmir Antonio de Oliveira (84) 09/12/2009 12h34
A respeito da união das montadoras, precesso de integração, e trocas de técnologias, ganhos de escala. No mercado brasileiro, recebem redução de encargos tributários (o ideal é todos os brasileiros e empresas receberem redução de todos tipos de impostos), estão tendo ganho de escala, diferentemente aos seus paises de origem onde enfrentam reduçao geral de produção e vendas. Mas o brasileiro ainda não teve qualquer noticia a respeito de possivel de redução dos preços. O Brasil os esta ajudando a sairem da crise que se meteram. Ganhos e vantagens só para eles. ..... sem opinião
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Meu caro Jose Vitor.
Fizestes uma bela autocrítica e demonstratester um nivel de cognição igual ou inferior ao do Luia.
9 opiniões
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