Dinheiro
02/11/2009 - 16h14

Bolsas da Europa fecham em alta com impulso de dados dos EUA

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da Reuters, em Londres

As principais bolsas da Europa fecharam em alta nesta segunda-feira, após dados melhores do que o esperado do setor manufatureiro e das vendas pendentes de casas nos Estados Unidos, com ações de companhias de commodities e papéis de bancos liderando os ganhos.

O FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações do continente, terminou com elevação de 0,39%, a 980,28 pontos

"Foi uma virada impressionante. O ISM foi um dado muito bom. Os números econômicos estão superando as expectativas. O dia de hoje é uma reação eufórica ao fluxo de notícias favoráveis", disse Mike Lenhoff, estrategista na Brewin Dolphin.

Os mercados melhoraram após dados mostrarem que a atividade manufatureira norte-americana cresceu em outubro pelo terceiro mês consecutivo e as vendas pendentes de imóveis aumentaram inesperadamente em setembro.

As ações de empresas de energia valorizaram-se, alinhadas a alta superior a 1% nos preços do petróleo. BG Group, BP e Total apreciaram-se de 1,3% a 2,2%.

Os papéis do setor de mineração também se destacaram, em meio à alta dos metais. Anglo American, Antofagasta, BHP Billiton, Eurasian Natural Resources Corporation, Rio Tinto e Xstrata avançaram de 2,5% a 4,9%.

O setor bancário recuperou-se e também figurou entre os melhores desempenhos. HSBC, BNP Paribas e UniCredit ganharam de 1,5% a 3,3%.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 1,19%, a 5.104 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,29%, para 5.430 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,88%, para 3.639 pontos.

Em Milão, o índice Ftse/Mib aumentou 1,08%, para 22.298 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 valorizou-se 0,45%, para 11.465 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 exibiu acréscimo de 0,47%, para 8.380 pontos.

Comentários dos leitores
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Quem vende commodities não deve construir prédios com mais de 20 andares. Patético sem opinião
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Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
O governo Obama passou ao poder dos bancos mais de dois trilhões de dólares, arrecadados com venda dos títulos da dívida pública americana, que já descambou de 14 trilhões de dólares. Só a China é credora de mais de um trihão de dólares. O Brasil deve ser credor de mais de 200 bilhões de dólares. O maior devedor do mundo são os Estados Unidos.
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Caros leitores, digam nomes de empresas de Dubai sem ser ligado ao petróleo.
Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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