Bolsas da Europa fecham em alta com impulso de dados dos EUA
da Reuters, em Londres
As principais bolsas da Europa fecharam em alta nesta segunda-feira, após dados melhores do que o esperado do setor manufatureiro e das vendas pendentes de casas nos Estados Unidos, com ações de companhias de commodities e papéis de bancos liderando os ganhos.
O FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações do continente, terminou com elevação de 0,39%, a 980,28 pontos
"Foi uma virada impressionante. O ISM foi um dado muito bom. Os números econômicos estão superando as expectativas. O dia de hoje é uma reação eufórica ao fluxo de notícias favoráveis", disse Mike Lenhoff, estrategista na Brewin Dolphin.
Os mercados melhoraram após dados mostrarem que a atividade manufatureira norte-americana cresceu em outubro pelo terceiro mês consecutivo e as vendas pendentes de imóveis aumentaram inesperadamente em setembro.
As ações de empresas de energia valorizaram-se, alinhadas a alta superior a 1% nos preços do petróleo. BG Group, BP e Total apreciaram-se de 1,3% a 2,2%.
Os papéis do setor de mineração também se destacaram, em meio à alta dos metais. Anglo American, Antofagasta, BHP Billiton, Eurasian Natural Resources Corporation, Rio Tinto e Xstrata avançaram de 2,5% a 4,9%.
O setor bancário recuperou-se e também figurou entre os melhores desempenhos. HSBC, BNP Paribas e UniCredit ganharam de 1,5% a 3,3%.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 1,19%, a 5.104 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,29%, para 5.430 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 0,88%, para 3.639 pontos.
Em Milão, o índice Ftse/Mib aumentou 1,08%, para 22.298 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 valorizou-se 0,45%, para 11.465 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 exibiu acréscimo de 0,47%, para 8.380 pontos.
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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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