Dinheiro
02/11/2009 - 19h53

Bolsas dos EUA fecham em alta após oscilar ao longo da tarde

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da Associated Press, em Washington
da Folha Online

As Bolsas de Valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta segunda-feira, porém em nível bem abaixo das máximas do dia, influenciadas pela volatilidade que toma conta do mercado.

Os índices subiram bastante no começo do dia, após a divulgação de dados positivos sobre os setores imobiliário e de manufaturas, mas oscilaram à tarde. O índice Dow Jones Industrial, o principal de Wall Street, fechou em alta de 0,79%, para 9.789,44.

O índice seletivo S&P 500 subiu 0,64%, enquanto o indicador da bolsa tecnológica Nasdaq avançou 0,2%.

O mercado vem oscilando nos últimos dias enquanto os investidores tentam determinar se as apostas que vinham fazendo na recuperação da economia nos últimos meses ainda valem. Eles começam a temer que o ritmo da retomada com que eles estavam contando será difícil de manter.

O governo anunciou na semana passada um crescimento de 3,5% no PIB (Produto Interno Bruto) no terceiro trimestre, mas muito deste crescimento veio de gastos públicos. As empresas estão divulgando lucros maiores que os esperados, mas grande parte desses ganhos veio de corte de custos e não de alta nas vendas.

Do lado positivo, o ISM (Instituto de Gestão de Oferta, na sigla em inglês) divulgou hoje que o setor manufatureiro dos Estados Unidos teve em outubro o maior ritmo de crescimento em mais de três anos, ajudado pelos gastos do governo e o aumento da demanda no exterior.

Também nesta segunda o Departamento de Comércio dos EUA anunciou que os gastos com construção cresceram 0,8% em setembro, acima dos 0,3% previstos pelo mercado. O resultado foi impulsionado por um ritmo recorde em obras públicas e pela maior expansão em mais de seis anos nas construções privadas residenciais.

Além disso, a NAR (Associação Nacional de Corretores de Imóveis, na sigla em inglês) divulgou que as vendas pendentes de moradias nos Estados Unidos cresceram em setembro pelo oitavo mês consecutivo. O índice subiu 6,1%, para 110,1 pontos. Foi a maior leitura desde dezembro de 2006 e está mais de 21% acima do nível de um ano atrás. A expectativa dos analistas era de 103,8.

As Bolsas registraram as piores perdas em quatro meses na sexta-feira, depois de uma alta forte no dia anterior, amparada pelo crescimento do PIB.

Comentários dos leitores
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
lula ja que voce e o rei da cocada preta pois o brasil nos eixo lucrativo da economia com sua equipe de petista,mande uma equipe a altura para a venezuela por sua contas em ordem com um pouco do dinheiro do pre sal junto com o pac o bolsa familia e mais delubio,joão paulo cunha ,tarso genro,ze dirceu e waldomiro diniz,duda mendonça pra arrumar a imagem do hugo perante a população e a america latina,marcos valerio para assumir os bancos tomados na mão grande e a cara dele o palocci como o el ministro,genoino se o sr. quiser ir vai tambem depois das eleições de 2010 sem opinião
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Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Na década de 90 existiam em torno de 13 trilhões de dólares, recursos especulativos que viajavam para lá e para cá, surrupiando as economias emergentes e subdesenvovidas, ninguém fez nada. Como pombas de arribação que baixam sobre uma plantação deixando o rastro de destruição. Ninguém conteve essa fúria, agora explodiu nos EUAs e em Dubai, continua sem receeber as devidas punições seus donos. Quando será então que os povos passarão o fino da espada para ceifar de vez esse agentes criminosos, livres e protegidos. A organização do Estado jamais fará isso. Somente o povo é capaz de passar a limpo tudo isso, para isso precisa se achar capaz e não temer os custos cruentos da decisão. sem opinião
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O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
A única coisa que não está em recessão na Venezuela, é a imensa boca do Chávez...
Que fala, fala, fala e não diz nada.
A intensa perseguição á iniciativa privada, com a estatização de empresas via decreto, estão acabando com a precária economia do país.
O fechamento de dois bancos agora, é só a cerejinha que faltava...
É isso aí Chávez, se tinha alguém querendo embarcar na canoa furada do bolivarianismo falido, com esta quebradeira toda, até a cumpanherada saí correndo...
sem opinião
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