Produção industrial sobe 0,8% em setembro, diz IBGE
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
Atualizado às 09h12.
A produção industrial registrou a nona elevação consecutiva em setembro, com alta de 0,8% frente a agosto, informou nesta terça-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em relação a igual período em 2008, porém, a indústria teve retração de 7,8%. Em relação a dezembro, a indústria acumula alta de 14,6%, mas o avanço ainda é insuficiente para reverter as perdas com a crise no último trimestre de 2008.
Nos últimos três meses do ano passado, a perda foi de 19,8%. De janeiro a setembro, a produção industrial tem recuo de 11,6% frente a período correspondente no ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, queda chega a 10,3%.
No terceiro trimestre a produção industrial acumula queda de 8,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação ao segundo trimestre deste ano, houve crescimento de 4,1%.
O resultado do terceiro trimestre indica redução no ritmo de queda da indústria; no primeiro trimestre, a produção havia caído 14,6% frente a igual período do ano anterior. Já no segundo trimestre, a retração da indústria foi de 12,3% na mesma leitura.
A Pesquisa Industrial Mensal demonstra que houve aumento de produção em 17 dos 27 ramos pesquisados em setembro, na comparação com o mês anterior. O principal destaque ficou por conta da indústria de máquinas e equipamentos (5,8%) e veículos automotores (3,5%).
A produção de bens de capital teve elevação de 5,8% frente a agosto, mas teve recuo de 20,5% contra setembro do ano passado.
Os principais resultados negativos foram constatados na produção de máquinas para escritório e equipamentos de informática (-5,3%) e refino de petróleo e produção de álcool (-4,7%).
Entre as categorias de uso, os bens de consumo duráveis tiveram queda de 1,1% frente a agosto; em relação a setembro de 2008 houve queda de 6,4%.
A produção de bens intermediários teve alta de 0,8% frente a agosto, mas caiu 7,5% em relação a setembro do ano passado.
Por fim, a produção de bens de consumo semi e não duráveis caiu 0,7% em setembro, na comparação com agosto. Em relação a igual período em 2008, houve registro de queda de 3,9%.
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Especial


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Eu quero corrigir a afirmação de que hoje o IDH é de 0,813. Na verdade ESTE VALOR É DE 2007, certamente que de dois anos pra cá aumentamos o IDH e com a crise internacional muitos outros países que sofreram mais que o Brasil perderá posições.
Aí então o Brasil continuará a ter um IDH alto e ganhará posições no ranking (para eu me sentir mais feliz e orhulhoso e, infelizmente, você se sentir mais triste).
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Em 24/07/2002 o Brasil ocupava a 73 posição com um IDH de 0,757 segundo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e hoje ocupa a 75 posição segundo o próprio Pnud, mas hoje já com IDH de 0,813. SOMENTE AGORA ESTAMOS COM IDH CONSIDADERADO ALTO (QUE VARIA DE 0,8 A 0,9).
Não queira distorcer os fatos, você atentou somente para um item dos vários que citei e tentou desqualificar minha afirmação. Mas, como você pode voltar a ler, eu disse que o IDH melhorou. As pessoas com COMPLEXO DE VIRA-LATA não aceita isso e sempre afirma que somos um país de terceiro mundo, subdesenvolvido, sem expressão internacional, sem crédito, etc, etc. Estes PESSIMISTAS POR NATUREZA repetem com tanta convicção e freqüência (sem embasamento algum) que começam a acreditar realmente nisso e querem jogar essa culpa da "situação criada pelo imaginário dos complexados no atual governo".
Você deve ter lido a matéria da revista (IN)VEJA, que é manipulada pela oposição e passa longe da neutralidade e da ética jornalística, e quer me fazer engolir seu discurso que apóia um ex-presidente boçal e cara-de-pau que seu governo se sustentava apenas pela imprensa, vendeu nosso país, nos enfiou em crises sucessivas, nos endividou ainda mais e jogou fora toda uma geração? NÃO ME VENHA COM ESSE PAPO DERROTADO DE OPOSIÇÃO COMPLEXADA!
E enquanto aos outros indicadores de sucesso governamental que comparei entre FHC e LULA você, O Apedeuta, tratou de esquecer.
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