Nokia Siemens lança programa de corte de custo de US$ 1,5 bi
da Reuters, em Helsinque (Finlândia)
A fabricante de equipamentos para telecomunicações Nokia Siemens Networks lançou nesta terça-feira um novo programa de corte de custos, buscando economizar mais de 1 bilhão de euros (cerca de US$ 1,5 bilhão) para se manter competitiva no mercado.
"Apesar de ter atingido completamente as metas de economia originais da integração da Nokia Siemens Networks, mudanças na economia global e um ambiente competitivo tornam mais cortes de despesas necessários", informou a companhia em um comunicado.
Fabricantes de equipamentos de telecomunicações vem sendo atingidas fortemente pela recessão, que reduziu os gastos das operadoras, bem como pela apertada competitividade imposta nos últimos anos por chinesas como a Huawei e a ZTE.
Líder de mercado, a Ericsson exibiu resultado abaixo das expectativas no mês passado.
A NSN, uma "joint-venture" da Nokia e da Siemens, havia informado que pretendia cortar 500 milhões de euros em despesas anuais até o final de 2011, colocando até 5.800 dos 64 mil postos de trabalho em risco.
A empresa também disse que espera economias "substancialmente maiores" do que 500 milhões de euros ao reduzir custos de aquisição de produtos e serviços.
"Essa redução planejada deve posicionar a companhia para atender à contínua exigência dos clientes por preços competitivos", diz o comunicado.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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