Empresa de Warren Buffett compra companhia ferroviária por US$ 34 bi
da Folha Online
O fundo de investimentos Berkshire Hathaway, que pertence ao megainvestidor Warren Buffett, anunciou nesta terça-feira a maior aquisição de sua história, a compra da empresa ferroviária BNSF (Burlington Northern Santa Fe), a segunda maior do setor nos Estados Unidos, por US$ 34 bilhões.
O negócio foi fechado a US$ 100 por ação, o que soma um total de US$ 34 bilhões por 77,4% das partes que não possuía. O novo dono da empresa ainda arcará com US$ 10 bilhões em dívidas a vencer da BNSF, apontou a empresa através de comunicado ao mercado.
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A BNSF é a principal transportadora de alimentos e carvão mineral, e por isso sua atividade é considerada um bom indicador da saúde da economia americana. A companhia ainda transporta boa parte das manufaturas rumo aos portos da costa do Pacífico, incluindo geladeiras, roupas e televisores.
"A prosperidade futura de nosso país depende da existência de um sistema ferroviário eficaz e em bom estado", afirmou Buffett no comunicado, destacando que a operação é a maior aquisição da história de seu fundo.
"Eu gosto dessas apostas", afirmou ainda o empresário, conhecido nos círculos financeiros como "oráculo de Omaha" graças a seu instinto para investir em boas opções, que converteu seu fundo numa das mais bem sucedidas empresas do país.
A fusão precisa ainda da aprovação por parte dos donos dos dois terços das ações que o Berkshire ainda não possui e uma revisão por parte do departamento de Justiça. Espera-se que a transação seja finalizada no primeiro trimestre de 2010.
A aquisição bate com folga o posto de maior investimento da história da Berkshire Hathaway. Até então, o primeiro lugar pertencia à compra da resseguradora General Re em 1998 por US$ 22 bilhões.
Com agências internacionais.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
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O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
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O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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