Publicidade

Dinheiro
03/11/2009 - 15h48

Empresa de Warren Buffett compra companhia ferroviária por US$ 34 bi

Publicidade

da Folha Online

O fundo de investimentos Berkshire Hathaway, que pertence ao megainvestidor Warren Buffett, anunciou nesta terça-feira a maior aquisição de sua história, a compra da empresa ferroviária BNSF (Burlington Northern Santa Fe), a segunda maior do setor nos Estados Unidos, por US$ 34 bilhões.

O negócio foi fechado a US$ 100 por ação, o que soma um total de US$ 34 bilhões por 77,4% das partes que não possuía. O novo dono da empresa ainda arcará com US$ 10 bilhões em dívidas a vencer da BNSF, apontou a empresa através de comunicado ao mercado.

Com a crise, milionários da "Forbes" ficam 19% mais pobres
Megainvestidor diz que Wells Fargo está próximo de se recuperar da crise

A BNSF é a principal transportadora de alimentos e carvão mineral, e por isso sua atividade é considerada um bom indicador da saúde da economia americana. A companhia ainda transporta boa parte das manufaturas rumo aos portos da costa do Pacífico, incluindo geladeiras, roupas e televisores.

"A prosperidade futura de nosso país depende da existência de um sistema ferroviário eficaz e em bom estado", afirmou Buffett no comunicado, destacando que a operação é a maior aquisição da história de seu fundo.

"Eu gosto dessas apostas", afirmou ainda o empresário, conhecido nos círculos financeiros como "oráculo de Omaha" graças a seu instinto para investir em boas opções, que converteu seu fundo numa das mais bem sucedidas empresas do país.

A fusão precisa ainda da aprovação por parte dos donos dos dois terços das ações que o Berkshire ainda não possui e uma revisão por parte do departamento de Justiça. Espera-se que a transação seja finalizada no primeiro trimestre de 2010.

A aquisição bate com folga o posto de maior investimento da história da Berkshire Hathaway. Até então, o primeiro lugar pertencia à compra da resseguradora General Re em 1998 por US$ 22 bilhões.

Com agências internacionais.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
avalie fechar
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
avalie fechar
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4446)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca