Chrysler tem queda de 30% nas vendas nos EUA em outubro
da France Presse, em Washington
da Folha Online
A montadora americana Chrysler anunciou nesta terça-feira que vendeu 65.803 unidades no mês de outubro, o que significa uma queda de 30% sobre o mesmo mês do ano passado. Em compensação, o desempenho foi 6% melhor do que em setembro.
"O Grupo Chrysler espera tomar a sua parte nos aumentos [nas vendas de automóveis nos EUA], já que em novembro e dezembro são tradicionalmente os melhores meses de vendas de SUVs e nossa marca Jeep oferece as melhores [veículos deste tipo]", disse a empresa em um comunicado.
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Para obter um melhor resultados nas vendas, a empresa ainda anunciou que oferecerá financiamentos com juros zero no mês de novembro, além de outros incentivos.
A nova Chrysler que emergiu da concordata em meados deste ano é controlada pela montadora italiana Fiat e pelos governos dos Estados Unidos e Canadá.
Ford
O resultado da Chrysler destoou de uma das suas principais concorrentes, a Ford. As vendas da empresa cresceram 3,1% em outubro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, considerando todas as marcas da empresa.
A companhia, a única grande montadora dos Estados Unidos que escapou de processo de falência neste ano, registrou no terceiro trimestre seu primeiro lucro operacional desde o primeiro trimestre de 2008.
A empresa também previu uma venda total neste ano de cerca de 10,6 milhões de unidades. Para 2010 as previsões são de venda de 12,5 milhões de unidades e em 2011, de 14,5 milhões.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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