Vendas da GM nos EUA avançam 4,7% em outubro
da Folha Online
As vendas da montadora americana General Motors em outubro tiveram crescimento de 4,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado e de 13% sobre setembro, informou a empresa nesta terça-feira.
A maior empresa do setor nos EUA teve 176.632 unidades vendidas no mês passado.
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Segundo a GM, o bom desempenho tem a ver com o fraco resultado de setembro. Naquele mês as vendas da empresa caíram 20% devido à antecipação de compra de muitos consumidores americanos interessados em aproveitar o programa do governo "Cash for Clunkers" --que dava um subsídio na troca de um carro antigo por um novo.
Além de anunciar o aumento nas vendas, a empresa ainda disse que sua participação de mercado em veículos leves cresceu pelo terceiro mês seguido, atingindo 21%.
A GM e as demais grandes montadoras americanas --como a Ford e a Chrysler-- viram nos números de outubro um sinal de que a economia local está começando a se recuperar da crise financeira, que fez o mercado automotivo passar por seu pior momento em pelo menos 30 anos.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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