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Dinheiro
04/11/2009 - 09h13

Mercado negocia dólar por R$ 1,73, baixa de 0,63%, após abertura

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da Folha Online

O mercado de câmbio doméstico troca o dólar comercial por R$ 1,734, queda de 0,63%, após a abertura das operações desta quarta-feira.

Ontem, o dólar comercial foi cotado por R$ 1,745, em decréscimo de 0,62%. Já a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em alta de 1,78%.

Alguns dos indicadores econômicos mais importantes da semana devem ser divulgados hoje. A partir das 11h (hora de Brasília), os participantes do mercado financeiro devem repercutir o estudo da consultoria privada ADP sobre a geração de empregos nos EUA. Esse boletim antecipa o fundamental "payroll", relatório oficial do mercado de trabalho americano e tem potencial de mexer com o rumo dos negócios.

Pouco depois, às 13h, o instituto ISM revela sua sondagem sobre o nível de atividade no setor de serviços, uma das principais alavancas da economia americana. E às 17h15, o Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês, equivalente ao Copom no Brasil) anuncia a nova taxa básica de juros dos EUA, hoje entre zero e 0,25% ao ano.

Analistas do setor financeiro não esperam mudanças nessa "banda de juros", mas devem ler com atenção o comunicado pós-reunião, que deve conter "pistas" para a trajetória da política monetária dos EUA. No Brasil, os agentes financeiros devem monitorar os números sobre fluxo cambial do país, às 12h30.

Cisco Systems, Pirelli, Prudential Financial e Societe Generale são algumas das principais empresas a revelarem seus balanços do trimestre. No front doméstico, o Bradesco é o destaque.

Comentários dos leitores
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Tratar a questão do câmbio como um problema conjuntural, como vem fazendo o Governo, é um equívoco. A atual valorização do real frente ao dólar e outras moedas resulta de uma nova realidade estrutural, ainda em fase de consolidação, que tende a tornar essa valorização ainda mais forte nos próximos anos. Por isso, exige resposta também estrutural. Exige um salto de produtividade por parte do parque produtivo nacional, que permita um reequlíbrio da competitividade de nossos produtos frente aos de nossos parceiros comerciais. Assim, medidas como baixa da taxa de juros, tributação da entrada de recursos estrangeiros, quarentena/pedágio sobre os investimentos especulativos, bem como o aumento sem limites das reservas cambiais do País, tudo isso poderá até surtir algum efeito de curtísssimo prazo, mas são medidas insustentáveis no médio e longo prazo e certamente não resolverão o problema. A (única) saída me parece óbvia, embora não tão fácil de implementar, que é atacar com firmeza e com sentido de urgência a questão do Custo Brasil, com investimentos maciços em infraestrutura, logísitca, educação e tecnologia por um lado e, por outro, com a revisão URGENTE dos nossos modelos/arcabouços tributário, trabalhista e previdenciário. Se isto não for atacado com prioridade máxima e com bastante foco, tudo o mais não passará de ações paliativas, no estilo "enxugar gelo". Mas isso, certamente, é TAREFA PARA O PRÓXIMO GOVERNO, pois que o atual bem pouco avançou nessa agenda! sem opinião
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celso assis (88) 11/12/2009 17h59
celso assis (88) 11/12/2009 17h59
A Bovespa está na maior bolha da história, e não é só devido aos gringos, que por sinal diminuiram sua exposição em novembro,mes em que a bolsa subiu mais de 8%. Neste mes quem aumentou sua participação foram os investidores institucionais, Bancos, e Empresas aqui do Brasil (ao todo aumentaram sua participação em cerca de 6,5% ) . Como se ve alguma coisa não bate com as informações divulgadas pela midia.
Sem dúvida alguem está pondo açucar para chamar os otários.
sem opinião
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Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
O nosso grande "Guru" Financeiro, o Sr. Lula da Silva deveria sair na capa da "Economist" vestido de CROUPIE. Seu governo está patrocinando o maior casino financeiro do mundo atual, bem aqui embaixo das nossas barbas !!!!
Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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