Ford e GM ganham mercado nos EUA em outubro; Toyota e Chrysler recuam
da Folha Online
As montadoras Ford e General Motors anunciaram aumento nas suas vendas nos Estados Unidos no mês de outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, enquanto a Toyota e a Chrysler amargaram perdas.
Já na comparação com setembro, todas apresentaram avanços. Por causa disso, o discurso entre as principais empresas do setor foi positivo.
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Segundo elas, os resultados mostraram que a economia americana está apresentando os primeiros sinais de recuperação da crise financeira global --que fez o mercado automotivo passar por seu pior momento em pelo menos 30 anos.
Entre as principais montadoras, o melhor desempenho foi o da GM. Ela vendeu 176.632 unidades no mês passado, com altas de 4,7% sobre outubro de 2008 e de 13% sobre setembro.
Já a Ford apresentou um aumento de 3% nas vendas ante outubro do ano passado e de 21% sobre setembro, atingindo 136.920 unidades.
Por sua vez, a Toyota --segunda maior do setor nos EUA-- perdeu espaço no mercado ao ver suas vendas recuaram 3,5% na comparação anual, para 152.165 unidades. Segundo a empresa, um dos poucos veículos que tiveram desempenho positivo foi o elétrico Prius --as vendas cresceram 10,3%.
A Chrysler também viu suas vendas caírem, mas em ritmo muito maior do que as principais concorrentes. O recuo foi de 30% sobre outubro do ano passado, para 65.803 unidades. Porém, a empresa aposta em uma venda mais forte de SUVs --sua especialidade-- nos últimos meses do ano para se recuperar.
Com agências internacionais.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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