Banco Mundial eleva para 8,4% previsão de crescimento chinês para 2009
da Efe
O Banco Mundial elevou nesta quarta-feira sua previsão de crescimento anual da China para 8,4% em 2009, devideo ao efeito positivo do plano de estímulo fiscal e monetário lançado pelo governo do país, segundo relatório da instituição.
O economista Louis Kuijs, autor do relatório, afirmou que a previsão, somada ao anúncio oficial do governo chinês de que o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 8,9% no terceiro trimestre, confirmam "a consolidação da recuperação da China".
Para o banco, a chave residiu no plano de estímulo de cerca de US$ 585 bilhões, que permitiu que a demanda doméstica chinesa crescesse 12% e compensasse a queda das exportações.
O Banco Mundial também anunciou hoje a previsão de crescimento em 2009 da região da Ásia Oriental e Pacífico --que não inclui nem ao Japão nem a Coreia do Sul-- que ficou em 6,7%.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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