General Motors cancela venda da divisão europeia Opel
da Efe, em Detroit
O conselho de administração da GM (General Motors) decidiu nesta terça-feira (3), após reunião em Detroit, cancelar a venda de sua divisão europeia Opel à fabricante de autopeças austríaco-canadense Magna.
Em comunicado, o executivo-chefe da GM, Fritz Henderson, explicou que o grupo decidiu estudar a possível reestruturação da Opel e anunciou que, em breve, apresentará um plano concreto ao governo alemão.
"Somos conscientes da complexidade e alcance deste assunto, e do esgotamento que provocou em todos os afetados", disse o diretor, que há pouco tempo defendia a venda para a Magna.
"No entanto, desde o princípio, nosso objetivo foi conseguir a melhor solução no longo prazo para os clientes, funcionários, fornecedores e concessionários, e isto é precisamente o que se reflete na decisão que adotamos hoje", acrescentou.
"Entendemos que esta decisão é a mais estável e a de menor custo para assegurar o futuro da Opel e da Vauxhall [a outra marca que seria vendida] no longo prazo", indicou.
A venda da Opel figurava como o principal assunto na reunião de hoje em Detroit entre os 13 membros do Conselho de Administração da GM.
A empresa explicou que decidiu desistir da operação devido "à melhora das condições de negócio" registrada nas ultimas semanas, e por causa da importância das duas marcas, Opel e Vauxhall.
O acordo de venda da Opel à Magna incluía um pacto no qual o Governo alemão ofereceria financiamento à empresa de bilhões de dólares para sua reestruturação, enquanto a Magna se comprometia a investir US$ 500 milhões.
Agora, a GM decidiu ficar com a filial alemã e bancar sua reestruturação, na qual deve investirá cerca de 3 bilhões de euros, "número significativamente menor que os contemplados nas ofertas recebidas", indicou o comunicado.
"A GM trabalhará com os sindicatos europeus para desenvolver um plano de reestruturação da Opel", acrescentou o texto.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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