Opel diz que GM tem interesse estratégico em sua divisão na Europa
da Efe, em Frankfurt
A montadora Opel, divisão da GM (General Motors) na Europa, considerou que a matriz americana decidiu não vendê-la à fabricante de autopeças austríaco-canadense Magna por considerá-la uma parte estratégica.
A Opel informou hoje, em comunicado, que "a decisão do conselho de administração da GM mostra que a Opel e a Vauxhall têm importância decisiva no conjunto da GM, uma posição que a empresa não quer abandonar".
General Motors cancela venda da divisão europeia Opel
O conselho de administração da GM, reunido ontem em Detroit (EUA), decidiu cancelar a venda da filial europeia Opel à Magna e seu sócio russo Sberbank.
A Opel acrescentou que, "após negociações longas e difíceis, nas quais estiveram incluídas muitas partes com interesses diferentes, agora está claro para todos os participantes" que a GM vê sua divisão na Europa como "uma parte estratégica da empresa".
Além disso, a Opel afirmou que, em interesse de todos seus trabalhadores e para a continuação das atividades da empresa, é importante que sejam esclarecidos aspectos que ficaram abertos.
Leia mais notícias sobre a GM e a Opel
- Comitê de empresa da Opel convoca greves para amanhã na Europa
- Alemanha critica decisão da GM de cancelar venda da Opel
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Setor de serviços da França atinge maior nível desde fevereiro de 2008
- Acionistas da GVT retiram barreira à venda da operadora
- Eletrobrás injeta R$ 11 bilhões em subsidiárias do grupo
Especial
- Veja o que já foi publicado sobre a Opel
- Leia a cobertura completa sobre a Crise nos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar