Dinheiro
04/11/2009 - 11h05

União Europeia pede a GM plano sólido para reestruturar Opel

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da Efe, em Bruxelas

A Comissão Europeia, o órgão executivo da UE (União Europeia), declarou hoje esperar que que o novo plano de reestruturação para a montadora Opel --divisão da americana GM (General Motors) na Europa-- seja "sólido" e garanta "empregos duráveis", e advertiu que verificará a compatibilidade de qualquer ajuda que os países-membros do bloco europeu possam conceder.

A comissão se limitou a "tomar nota" da decisão do fabricante americano de automóveis General Motors de cancelar a venda da Opel ao grupo austríaco-canadense Magna. Em vez disso, a GM anunciou um plano de reestruturação próprio para a Opel, a fim de garantir sua sobrevivência dentro do grupo.

General Motors cancela venda da divisão europeia Opel

Em declaração à imprensa, o porta-voz de Concorrência da UE, Jonathan Todd, disse que a comissão espera que o plano de reestruturação anunciado pela GM "tenha sólidos fundamentos econômicos", de modo que garanta "a viabilidade a longo prazo da Opel, assim como empregos duráveis para seus trabalhadores".

"A comissão verificará para que qualquer ajuda financeira dos Estados-membros para o novo plano seja plenamente compatível com as regras europeias sobre ajudas de Estado e mercado interno", advertiu Todd.

O porta-voz também lembrou que, em outubro, o governo alemão esclareceu, a pedido da CE, que sua prevista ajuda financeira para a nova Opel estaria disponível independente do investidor que a GM escolhesse para a venda.

Sobre se considerava que essa precisão das autoridades alemãs pode ser interpretada no sentido que as ajudas deveriam continuar à disposição da GM, mesmo sem a venda, Todd deixou claro que não cabe à comissão incentivar nenhum governo a conceder ajudas públicas.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
E depois da bonança, também pode vir a tempetade. O Natal pode parecer mais vibrante, luminoso, uma festa maravilhosa para o advento do nascimento do Menino Jesus. Mais tarde, de janeiro a novembro, muitos consumidores serão inumados por dívidas. sem opinião
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Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Cara Chris Maria.
Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
sem opinião
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Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Parte 1
Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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