Bolsas em NY sobem com dados sobre empregos e serviços
da Folha Online
As Bolsas americanas operam em alta nesta quarta-feira, refletindo o otimismo dos investidores após a divulgação do crescimento no setor de serviços; o desempenho foi menor que o esperado, mas apontou expansão pelo segundo mês consecutivo. Além disso, o mercado espera a decisão do Fed (Federal Reserve, o BC americano), hoje às 17h15 (em Brasília).
Às 13h29 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em alta de 1,35%, indo para 9.904,09 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 subia 1,24%, indo para 1.058,35 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em alta de 0,93%, indo para 2.076,54 pontos.
O índice do setor de serviços, apurado pelo ISM (Instituto de Gestão de Oferta, na sigla em inglês), caiu para 50,6 no mês passado, contra 50,9 em setembro, abaixo da estimativa de economistas de 51,5. Um dado abaixo de 50 indica contração do setor de serviços. A expectativa era por um índice de 51,5 pontos.
O indicador de novas encomendas no setor, por sua vez, subiu mais que o previsto, o que foi recebido como sinal positivo para a economia americana.
Hoje também consultoria de recursos humanos ADP Employer Services informou que o setor privado dos EUA perdeu 203 mil postos de trabalho em outubro, menor número de vagas fechadas no país desde julho do ano passado. Trata-se do sétimo mês seguido de redução no corte de vagas no país.
Para a reunião do Fed a previsão é de manutenção da atual taxa de juros --uma margem de variação entre zero e 0,25% ao ano. A expectativa real é pelo comunicado do banco: os investidores aguardam para conferir a avaliação que o banco fará da economia americana, que cresceu 3,55 no trimestre passado e saiu da recessão técnica em que estava há um ano.
Uma recessão técnica é caracterizada por uma sequência de ao menos dois trimestres consecutivos de contração da economia.



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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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