Governo dos EUA nega que vá intervir em decisão da GM sobre a Opel
da France Presse, em Washington
da Folha Online
Atualizado às 14h52.
A Casa Branca negou nesta quarta-feira que vá intervir na decisão da montadora de automóveis norte-americana GM (General Motors) de cancelar a venda da Opel --divisão da empresa na Europa.
"As decisões da GM são tomadas por sua direção, não são tomadas por ninguém na Casa Branca", disse o porta-voz do presidente Barack Obama, Robert Gibbs, à imprensa.
General Motors cancela venda da divisão europeia Opel
A GM anunciou ontem que seu conselho de administração decidiu manter a marca Opel, descartando os planos anunciados de vender a filial alemã, que tentará reestruturar em uma "conjuntura mais favorável".
A decisão se baseou na constatação de uma "conjuntura mais favorável para os negócios da GM nos últimos meses, e na importância da Opel/Vauxhall para a estratégia global da GM", ressaltou o grupo de Detroit em um comunicado.
No dia 1º de junho deste ano, a GM pediu proteção judicial oferecida pelo capítulo 11 da Lei de Falências americana --o equivalente à concordata, ou à recuperação judicial no Brasil. No dia 10 de julho, a empresa anunciou a saída da proteção judicial.
Em agosto, a Casa Branca já havia negado envolvimento do governo americano nas negociações de venda da Opel, a divisão da montadora americana GM (General Motors) na Europa, e que o presidente americano, Barack Obama, tenha planos de conversar com a chanceler alemã, Angela Merkel, sobre a questão.
"A visão do presidente é de que as operações rotineiras da GM sejam deixadas a cargo da empresa", disse então o porta-voz da Casa Branca Bill Burton. "Ele nunca quis se envolver no setor automobilístico e está feliz que eles [da GM] possam tomar suas próprias decisões e estejam de novo em pé."
Questionado sobre se o governo americano não tem de fato nenhuma intenção de se envolver na questão, Burton disse não ter conhecimento de planos nesse sentido. Ele negou também ter conhecimento de envolvimento do Departamento de Estado.
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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