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Dinheiro
04/11/2009 - 18h41

BB empresta R$ 720 mi em operações garantidas por fundo

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da Agência Brasil

Em dois meses de atuação do Fundo Garantidor de Operações, o Banco do Brasil liberou 22 mil empréstimos, no total de R$ 720,2 milhões, para micro e pequenas empresas, principalmente dos setores de comércio (57,4%) e de serviços (26,2%).

De acordo com balanço das atividades da nova linha de crédito lastreada pelo FGO, implantada no final de agosto último, o BB informa que nos meses de setembro e outubro foram fechadas 22 mil operações com valor médio de R$ 33 mil, destinadas em sua maioria para capital de giro. Grande parte delas (66%) para Estados das regiões Sudeste e Sul.

O BB já trabalhava com linha de crédito específica para micro e pequenos empresários, mas a vinculação dos empréstimos ao FGO torna o banco mais competitivo no segmento, uma vez que as taxas ficaram cerca de 30% menores. Além disso, com as alterações das normas de alocação de capital para fundos garantidores de crédito, anunciadas pelo Banco Central, o FGO amplia o potencial do BB para novos empréstimos.

Uma das alterações, relativa ao Índice de Basileia, prevê a aplicação de apenas 50% do fator de ponderação de risco ao empréstimo tomado com cobertura do FGO para pequenas empresas e empreendedores individuais. Antes, o BB tinha que imobilizar 11% do valor de um empréstimo. A gora, com a operação lastreada pelo FGO, tem de reservar apenas metade (5,5%), aumentando os recursos disponíveis para outras operações de crédito.

"A medida é mais um incentivo para a criação de mecanismos como os fundos garantidores de crédito, que reduzem riscos para a instituição financeira, garantem melhores taxas para os tomadores finais e, agora, ainda trazem benefícios para a alavancagem de operações de crédito", de acordo com o vice-presidente de Crédito, Controladoria e Risco Global do Banco do Brasil, Ricardo Flores.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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