Dinheiro
05/11/2009 - 00h24

Senado dos EUA estende auxílio-desemprego e crédito tributário

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da Folha Online
da Efe

O Senado dos EUA aprovou nesta quarta-feira por unanimidade a extensão do auxílio-desemprego e da ajuda tributária para a compra de casas, em um novo esforço por impulsionar a economia.

A iniciativa estende o auxílio-desemprego em 14 semanas. Os que vivem em Estados onde o desemprego é superior a 8,5% receberão seis semanas a mais de ajuda.

Atualmente, o nível de desemprego no país é de 9,8%, e o presidente Barack Obama previu um aumento apesar da melhora da situação econômica.

"Com 15 milhões de desempregados que buscam três milhões de oportunidades de trabalho disponíveis fizemos o correto ao aprovar este projeto", disse o senador democrata Max Baucus, um de seus autores.

"Hoje demos aos americanos desempregados a possibilidade de recuperar sua situação, superar a dificuldade deste momento e voltar a trabalhar", acrescentou.

A medida será debatida agora pela Câmara de Representantes que aprovou sua própria extensão em setembro.

Ambas versões deverão ser harmonizadas e o texto passará à Casa Branca para a promulgação por parte do presidente Obama, que já disse estar de acordo com a extensão.

A legislação também estendeu até 30 de junho um crédito tributário de US$8 mil que vencia no próximo dia 30 de novembro aos que aspiram comprar um imóvel pela primeira vez.

Segundo a Associação Nacional de Agentes Imobiliários, esse crédito tinha sido solicitado por 1,8 milhões de pessoas.

O senador democrata Christopher Dodd afirmou que a medida devolverá o trabalho a muita gente e normalizará a atividade na indústria da construção.

Segundo fontes da indústria, o crédito impulsionou nos últimos meses a venda de casas e estabilizou seus preços que registraram uma abrupta queda após a crise imobiliária há mais de um ano.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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