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Dinheiro
05/11/2009 - 07h04

Panasonic começa adquirir ações para concretizar fusão com Sanyo

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da Efe

A empresa eletrônica japonesa Panasonic começou nesta quinta-feira a comprar mais de 50% das ações da Sanyo para transformá-la em sua subsidiária a um preço de 131 ienes por título, muito abaixo dos 216 ienes do preço de mercado.

Com este acordo, a Panasonic assegura que os investidores particulares não participarão de um trato fechado com os três principais acionistas de Sanyo: Goldman Sachs, Daiwa Securities e Sumitomo Mitsui.

Após esta operação, será criado o segundo maior fabricante de aparelhos elétricos e eletrônicos do Japão por vendas, muito perto do líder Hitachi e na frente de Sony.

A Oferta Pública de Ações culminará dia 7 de dezembro, segundo os planos de Panasonic, que teve que atrasar a fusão por problemas com as leis de concorrência, já que ambas multinacionais são líderes no setor das baterias de lítio.

Um ano após haver anunciado suas intenções, finalmente a Panasonic pode adquirir participações de Sanyo, uma vez que os reguladores de seus principais mercados deram o sinal verde à fusão.

A Panasonic e a Sanyo anunciaram seu projeto de fusão há um ano mas o processo se atrasou à espera dos organismos de concorrência de onze países se pronunciassem a respeito.

Em outubro, a Sanyo anunciou um plano para vender algumas de suas operações no setor das baterias com o objetivo de evitar as objeções dos organismos de concorrência, enquanto a Panasonic terá que reduzir sua participação em seus negócios com Toyota.

Os reguladores dos Estados Unidos tinham se oposto à oferta pública de ações por sua posição dominante, mas Panasonic considera que oficiosamente se chegou a um acordo, segundo o jornal local Nikkei.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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