Bolsas da Ásia caem com investidores decepcionados com Fed
da Reuters, em Hong Kong
As bolsas de valores da Ásia terminaram em baixa nesta quinta-feira, com os investidores pouco encorajados pela decisão do Federal Reserve de manter a taxa básica de juro dos Estados Unidos perto do patamar zero por um "período prolongado", prevendo uma recuperação lenta na maior economia do mundo.
O BCE (Banco Central Europeu) deve manter a taxa básica de juro da zona do euro no nível de baixa recorde nesta quinta-feira, mas pode fornecer sinais sobre quando começará a retirada dos estímulos aos bancos. O Banco da Inglaterra também decidirá se deve injetar mais estímulo na economia britânica.
A atenção agora está voltada para os dados de auxílio-desemprego ns Estados Unidos, que podem mostrar sinais sobre o estado da recuperação econômica do país, disseram analistas.
"Investidores estão puxando o mercado para baixo, preparando para mais vendas de investidores como fundos de hedge caso os dados de emprego dos EUA aumentem uma inquietação", disse Tsuyoshi Segawa, estrategista de ativos da Mizuho Securities, em Tóquio.
Às 8h (horário de Brasília), o índice MSCI, que reúne as principais bolsas da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, cedia 0,68%, para 388 pontos.
A bolsa de Tóquio recuou 1,29%, para 9.717 pontos, atingindo o menor patamar de fechamento em um mês.
Ações de exportadores foram afetadas por ganhos iniciais de moedas asiáticas, embora o dólar tenha mostrado valorização.
Os papéis da Toyota, contudo, podem estar posicionados para uma recuperação na sexta-feira, depois que a montadora apresentou um lucro trimestral surpreendente e reduziu projeção de prejuízo anual em mais de 50%.
Em Seul, houve queda de 1,75%, com o volume de negócios alcançando a mínima em 14 meses, apesar de dados econômicos positivos, incluindo um crescimento de dois dígitos nas vendas em lojas de departamento e um novo avanço nas exportações para a China no mês passado.
A Hyundai Motor declinou 4,2% após analistas terem dito que a companhia, especializada em carros de pequeno e médio portes, pode perder participação de mercado nos Estados Unidos.
O mercado de Taiwan teve oscilação negativa de 0,66%, com investidores embolsando lucros em ações dos setores financeiro e imobiliário.
A bolsa de Sydney caiu 0,71%, influenciada por mineradoras e grupos do setor imobiliário, embora o segmento de saúde tenha limitado as perdas.
Hong Kong perdeu 0,63% e Cingapura retrocedeu 0,73%.
Na contramão, a bolsa de Xangai subiu 0,85%, renovando o maior nível de fechamento em três meses após cinco sessões consecutivas de ganhos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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