Lucro líquido da Lenovo mais que dobra no trimestre e chega a US$ 53 mi
da Reuters, em Taipé e Hong Kong
A fabricante de computadores Lenovo superou nesta quinta-feira expectativas do mercado sobre seu lucro líquido, que foi de US$ 53 milhões no trimestre de julho a setembro (o segundo do ano fiscal da empresa, que termina em março de 2010). O resultado foi impulsionado por fortes vendas na China e foi o primeiro positivo depois de três trimestres consecutivos de prejuízo.
O lucro corresponde a mais que o dobro dos US$ 23,4 milhões referentes ao mesmo período em 2008. A receita trimestral caiu cerca de 5%, para US$ 4,1 bilhões, porque a demanda empresarial continua travada.
A expectativa do mercado era de um lucro de US$ 24,5 milhões, de acordo com pesquisa da Thomson Reuters I/B/E/S.
Os resultados da Lenovo se segue a resultados acima do esperado anunciados por empresas do setor de tecnologia nas últimas semanas, como a Microsoft e o Google. Os balanços reafirmaram, segundo analistas, o retorno da demanda por tecnologia e as expectativas de que os gastos das empresas e consumidores voltem a subir.
Apesar disso, a Lenovo "prevê que o ambiente de mercado continue a apresentar desafios ao grupo no segundo semestre do ano fiscal, já que a demanda comercial continua fraca", afirmou a empresa em comunicado.
A Lenovo, que está reduzindo seu quadro de funcionários e consolidando divisões, vem sendo uma das principais beneficiárias das medidas tomadas pela China para encorajar o consumo.
A China uma vez mais respondeu pela maior porção da receita da empresa, o equivalente a 49% de seu faturamento, pouco acima dos 48% registrados no trimestre anterior. Isso aconteceu apesar dos esforços de rivais como Dell, Acer e Asustek para se expandirem na China, com ampliação de investimentos em marketing.
A Lenovo continua a ser a maior marca de computadores da China em termos de participação de mercado, de acordo com o grupo de pesquisa IDC, com fatia de 28%, adiante de rivais mundiais de maior porte, tais como HP e Dell.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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