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Dinheiro
05/11/2009 - 10h25

Lucro líquido da Lenovo mais que dobra no trimestre e chega a US$ 53 mi

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da Reuters, em Taipé e Hong Kong

A fabricante de computadores Lenovo superou nesta quinta-feira expectativas do mercado sobre seu lucro líquido, que foi de US$ 53 milhões no trimestre de julho a setembro (o segundo do ano fiscal da empresa, que termina em março de 2010). O resultado foi impulsionado por fortes vendas na China e foi o primeiro positivo depois de três trimestres consecutivos de prejuízo.

O lucro corresponde a mais que o dobro dos US$ 23,4 milhões referentes ao mesmo período em 2008. A receita trimestral caiu cerca de 5%, para US$ 4,1 bilhões, porque a demanda empresarial continua travada.

A expectativa do mercado era de um lucro de US$ 24,5 milhões, de acordo com pesquisa da Thomson Reuters I/B/E/S.

Os resultados da Lenovo se segue a resultados acima do esperado anunciados por empresas do setor de tecnologia nas últimas semanas, como a Microsoft e o Google. Os balanços reafirmaram, segundo analistas, o retorno da demanda por tecnologia e as expectativas de que os gastos das empresas e consumidores voltem a subir.

Apesar disso, a Lenovo "prevê que o ambiente de mercado continue a apresentar desafios ao grupo no segundo semestre do ano fiscal, já que a demanda comercial continua fraca", afirmou a empresa em comunicado.

A Lenovo, que está reduzindo seu quadro de funcionários e consolidando divisões, vem sendo uma das principais beneficiárias das medidas tomadas pela China para encorajar o consumo.

A China uma vez mais respondeu pela maior porção da receita da empresa, o equivalente a 49% de seu faturamento, pouco acima dos 48% registrados no trimestre anterior. Isso aconteceu apesar dos esforços de rivais como Dell, Acer e Asustek para se expandirem na China, com ampliação de investimentos em marketing.

A Lenovo continua a ser a maior marca de computadores da China em termos de participação de mercado, de acordo com o grupo de pesquisa IDC, com fatia de 28%, adiante de rivais mundiais de maior porte, tais como HP e Dell.

Comentários dos leitores
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Esses políticos brasileiros são vaidosos e ingenuos.
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Um projeto megalomanico dentro de um sistema interncional decadente com vários episodios de falência. Vão acabar vendendo as construções sor 20% do valor sem opinião
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