Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caem em 20 mil na semana
da Folha Online
O número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu em 20 mil na semana encerrada no último dia 31, para um total de 512 mil, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho.
O total anterior era de 532 mil, após revisão --a leitura preliminar era de 530 mil pedidos iniciais do benefício. A média quadrissemanal, que atenua as volatilidades das leituras semanais, ficou em 523.750, uma queda de 3.000 em relação à média imediatamente anterior, de 526.750.
O total de pessoas recebendo o benefício há pelo menos duas semanas ficou em 5,749 milhões na semana encerrada no último dia 24 (data da leitura mais recente disponível), contra 5,817 milhões no período imediatamente anterior. Na mesma semana em 2008 o total era de 3,859 milhões.
Ontem a consultoria de recursos humanos ADP Employer Services informou que o setor privado da economia americana perdeu 203 mil postos de trabalho em outubro --menor número de vagas fechadas no país desde julho do ano passado, segundo a consultoria.
Amanhã (6) o Departamento do Trabalho apresenta os dados do mercado americano de trabalho referentes a outubro. A expectativa dos analistas é de que o país tenha perdido 150 mil empregos no mês passado --o que, se confirmado, representará o menor declínio desde agosto do ano passado.
Na segunda-feira (2) o presidente americano, Barack Obama, afirmou que a economia já recuperou muito terreno desde janeiro, mas mais empregos poderiam ser perdidos antes de uma total recuperação ser registrada. "Antecipamos que continuaremos a ver mais perdas de empregos nas próximas semanas e meses", afirmou.
Obama disse que a economia começou a se estabilizar depois de uma profunda queda em meio à crise financeira global, mas ele destacou que ainda há um longo caminho a ser percorrido e que é preciso encontrar novos modelos para o crescimento no futuro.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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