Bolsas em NY sobem com dado positivo sobre empregos nos EUA
da Folha Online
As Bolsas americanas operam em alta nesta quinta-feira, com o otimismo dos investidores após a divulgação de uma redução no número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na última semana. O dado chega um dia antes do governo divulgar os números do mercado de trabalho no país referentes a outubro.
Às 13h55 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em alta de 1,84%, indo para 9.982,68 pontos no índice Dow Jones industrial Average, enquanto o S&P 500 subia 1,62%, para 1.063,50 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em alta de 2,28%, indo para 2.102,31 pontos.
O Departamento do Trabalho informou hoje que o número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caiu em 20 mil na semana encerrada no último dia 31, para um total de 512 mil. O total anterior era de 532 mil, após revisão --a leitura preliminar era de 530 mil pedidos iniciais do benefício.
O total de pessoas recebendo o benefício há pelo menos duas semanas, por sua vez, ficou em 5,749 milhões na semana encerrada no último dia 24 (data da leitura mais recente disponível), contra 5,817 milhões no período imediatamente anterior.
Os números chegam um dia antes do governo apresentar os dados sobre empregos em outubro. A expectativa dos analistas é de que o país tenha perdido 150 mil empregos no mês passado --o que, se confirmado, representará o menor declínio desde agosto do ano passado.
Ontem a consultoria de recursos humanos ADP Employer Services informou que o setor privado da economia americana perdeu 203 mil postos de trabalho em outubro --menor número de vagas fechadas no país desde julho do ano passado.
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Fato é que existe no mercado uma euforia fora de propósito. Aqui no Brasil, hoje uma maioria, acha que estamos nadando de braçada.O Brasil não é uma ilha isolada no mundo da prosperidade....cuidado gente....muito cuidado.
A luz no fim do túnel pode significar que a locomotiva está vindo pra cima.
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Pouco importa receber, o negócio é emprestar para o consumo. Os especialistas dizem que 46% do PIB emprestado é pouco, pois em outros paises chega a 80%. Mas será que dá para comparar paises e condições diferentes. Os empréstimos são mais para consumo ou mais para produção?
Eles que sao especialistas e que sabem das coisas que respondam. Mas parece que nao foram capazes de prever a crise do ano passado. Outros dizem que nem crise houve (sic)!!!!!! Será que sabem onde fica o nariz deles?
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