Trabalhadores da Opel na Alemanha se mobilizam contra a GM
da Folha Online
da Efe, em Frankfurt (Alemanha)
Milhares de trabalhadores da Opel na Alemanha paralisaram hoje as atividades, a pedido dos sindicatos, em protesto à decisão da General Motors de não vender a empresa para o consórcio liderado pela austro-canadense Magna.
As mobilizações devem ser mantidas amanhã e na segunda-feira, e pode atingir também outras plantas da Opel em outros países da Europa, embora a reação à decisão da GM não tenha sido uniforme entre elas.
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| Johannes Eisele/Reuters |
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| Trabalhadores da Opel na Alemanha protestaram hoje contra a decisão da GM de cancelar a venda à austríaco-canadense Magna |
Na Alemanha, a Opel emprega cerca de 25 mil trabalhadores espalhados em quatro unidades, localizadas nas cidades de Rüsselsheim, Eisenach, Bochum e Kaisersleutern
"A General Motors perdeu o valor mais importante de uma empresa: sua credibilidade. A perdeu perante a opinião público e perante quem faz uma empresa andar, nós, os trabalhadores", disse o presidente do conselho de funcionários da Opel, Klaus Franz. "Nossa confiança [na GM] é zero, e esse é a raiz do problema."
Ele disse para trabalhadores da unidade de Rüsselsheim que, com a manutenção da GM no comando, os funcionários não irão mais contribuir para a recuperação da empresa --o que significa, por exemplo, que irão cobrar o bônus de Natal e reajustes salariais. Em acordo com a Magna, o sindicato havia se comprometido a fazer renúncias trabalhistas no valor de 230 milhões de euros em troca de 10% das ações da Opel.
Franz informou ainda que só reabrirá conversações com a General Motors com duas condições: que a Opel seja transformada em uma Sociedade Anônima alemã e após acertar um reajuste salarial para os funcionários.
O sindicalista também justificou sua preferência pela Magna porque a empresa austro-canadense lhe garantiu que não haveria corte de empregos --a GM, por sua vez, já informou que demitirá cerca de 10 mil funcionários e poderia deixar de produzir alguns modelos. "A Magna, por sua vez, pensava em um novo [carro tipo] Mini, um Mini Opel, em dois novos modelos e novos motores, não haveria fechamento de fábricas, não haveria cortes nos planos de investimento", disse.
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Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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