Bolsas da Europa sobem com indicadores econômicos positivos nos EUA
da Reuters, em Londres
As Bolsas europeias fechou no maior nível em uma semana nesta quinta-feira, após dados mostrarem que os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram ao número mais baixo em dez meses e que a produtividade no terceiro trimestre cresceu no maior ritmo em seis meses.
A Bolsa de Londres subiu 0,35%, indo para 5.125,64 pontos no índice FTSE 100; a Bolsa de Frankfurt subiu 0,67% no índice DAX, para 5.480,92 pontos; a Bolsa de Zurique teve alta de 0,29%, indo para 6.285,20 pontos no índice Swiss Market; a Bolsa de Amsterdã fechou com ganho de 0,64%, com 307,83 pontos no índice AEX General; e a Bolsa de Madri fechou em alta de 1,37%, com 1.206,19 pontos no índice Madrid General.
BC europeu mantém taxa de juros em 1% ao ano
BC britânico amplia em US$ 41,5 bi ajuda para estimular economia
Nível de produtividade de empresas dos EUA cresce 9,5% no 3º trimestre
Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caem em 20 mil na semana
O índice FTSEurofirst 300 --referência das principais Bolsas da Europa-- subiu 0,69%, para 991 pontos.
O mercado também foi impulsionado pelas decisões do Banco da Inglaterra (BC britânico) e do BC (Banco Central Europeu) de manter as taxas de juros --em 0,5% e em 1% respectivamente. O Banco da Inglaterra informou ainda que vai expandir seu programa de compra de ativos em 25 bilhões de libras (cerca de US$ 41 bilhões), para 200 bilhões de libras (cerca de US$ 332 bilhões).
As companhias do setor financeiro ficaram entre as que mais ganharam, com Standard Chartered, BNP Paribas, Société Générale, Natixis e o Banco da Irlanda fechando em altas entre 1,1% e 9,1%.
"Todos estavam cautelosos nos últimos dias, mas os dados macroeconômicos deram ao mercado um pequeno incentivo, que foi um impulso necessário", disse o estrategista Giuseppe-Guido Amato, da Lang & Schwarz. "Nós vemos uma boa base aqui", complementou.
Segundo o Departamento de Trabalho dos EUA, a produtividade cresceu numa taxa anual de 9,5%, ritmo mais acelerado desde o terceiro trimestre de 2003, com as empresas garantindo uma produção maior com menos empregados para cortar custos.
Em outro relatório, o departamento informou que os novos pedidos de auxílio-desemprego caíram em 20 mil para 512 mil na semana passada, número mais baixo desde o início de janeiro. Analistas ouvidos pela Reuters tinham previsto que os novos pedidos de auxílio-desemprego caíssem para 523 mil na semana passada.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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