Dinheiro
06/11/2009 - 11h17

Royal Bank of Scotland tem prejuízo de US$ 2,9 bi no terceiro trimestre

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da Efe, em Londres

O RBS (Royal Bank of Scotland) registrou perdas de 1,8 bilhão de libras (US$ 2,98 bilhões) no terceiro trimestre, frente ao lucro de 871 milhões de libras (US$ 1,44 bilhão) há um ano, devido ao aumento dos custos para fazer frente à inadimplência.

Em comunicado divulgado hoje, o banco --no qual o governo britânico tem 70% de participação, adquirida como forma de evitar a quebra da instituição-- explica que as perdas até o trimestre passado são de 2,84 bilhões de libras (US$ 4,71 bilhões), frente aos 44 milhões de libras (US$ 73 milhões) de lucro que o banco obteve no mesmo período de 2008.

Os números foram influenciados pelos recursos destinado pelo banco para fazer frente aos créditos de cobrança duvidosa, que foram de 3,27 bilhões de libras (US$ 5,43 bilhões) entre julho e setembro, o dobro que há um ano, e que alcançam no total do ano 10,8 bilhões de libras (US$ 17,9 bilhões), o triplo do mesmo período de 2008.

O diretor-executivo da entidade, Stephen Hester, destacou, no entanto, que este encargo diminuiu em relação ao segundo trimestre de 2009 em aproximadamente 1,4 bilhão de libras (US$ 2,3 bilhões), o que indica que a situação está "normalizando".

"A recuperação econômica será lenta e o prejuízo derivado dos ajustes que sofremos com a crise demorará anos para serem sanados. Devemos ser transparentes e, sobretudo, realistas", disse Hester.

Comentários dos leitores
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Polycarpo Quaresma (26) 27/11/2009 21h01
Quem vende commodities não deve construir prédios com mais de 20 andares. Patético sem opinião
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Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
Langstein Almeida (5) 27/11/2009 20h08
O governo Obama passou ao poder dos bancos mais de dois trilhões de dólares, arrecadados com venda dos títulos da dívida pública americana, que já descambou de 14 trilhões de dólares. Só a China é credora de mais de um trihão de dólares. O Brasil deve ser credor de mais de 200 bilhões de dólares. O maior devedor do mundo são os Estados Unidos.
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Eduardo Giorgini (431) 27/11/2009 20h04
Caros leitores, digam nomes de empresas de Dubai sem ser ligado ao petróleo.
Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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