Bolsas da Europa caem com perda maior que a prevista de empregos nos EUA
da Reuters, em Londres
da Folha Online
As Bolsas na Europa passaram a cair nesta sexta-feira, após dados mostrarem que as demissões nos Estados Unidos superaram as expectativas. Foram 190 mil cortes em outubro, o que levou a taxa de desemprego para 10,2%, a maior desde abril de 1983.
Às 11h58 (em Brasília), a Bolsa de Londres estava em baixa de 0,67%, indo para 5.091,49 pontos no índice FTSE 100; a Bolsa de Frankfurt caía 0,89% no índice DAX, para 5.431,92 pontos; a Bolsa de Zurique caía 0,66%, indo para 6.244,53 pontos no índice Swiss Market; a Bolsa de Paris registrava baixa de 1,04% no índice CAC 40, para 3.670 pontos; a Bolsa de Madri estava em baixa de 0,94%, com 1.194,90 pontos no índice Madrid General; e a Bolsa de Amsterdã tinha baixa de 0,88%, com 305,12 pontos no índice AEX General.
Mais cedo, o índice FTSEurofirst 300 --referência dos principais mercados europeus-- perdia 1,06%, indo a 980,01 pontos, após ter subido a 995,78 pontos na máxima.
A expectativa dos analistas era de que os EUA perderiam 150 mil empregos no mês passado. No último trimestre, a economia americana perdeu em média 188 mil empregos por mês, contra uma média de 357 mil no trimestre imediatamente anterior.
Embora os cortes de vagas em outubro tenham superado as previsões, o ritmo de fechamento de vagas tem sido menos acentuado. Com exceção de agosto deste ano (mês em que a perda foi de 154 mil empregos), o dado de outubro é o menor desde agosto do ano passado --quando foram perdidos 175 mil empregos.
O dado reflete o ritmo de melhora na economia americana visto recentemente: no trimestre passado, o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceu 3,5%. No segundo trimestre houve queda de 0,7%, após uma revisão da leitura inicial, que mostrava queda de 1%. Mesmo assim, o país ainda está distante de seu ritmo normal.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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