Dinheiro
06/11/2009 - 14h59

Desemprego em 10% nos EUA é "grave", diz Obama

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da Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira ser "grave" ver que a taxa de desemprego no país tenha chegado à marca de dois dígitos --ficou em 10,2% em outubro, a maior desde abril de 1983-- e que o governo vem trabalhando duro para restaurar a economia.

"Não vou descansar até que todos os americanos que queiram trabalho encontrem trabalho", afirmou, em um breve pronunciamento no "Rose Garden" da Casa Branca.

Obama destacou que os dados sobre o mercado de trabalho divulgados hoje mostram que muito mais precisa ser feito para estimular os negócios e os gastos do consumidor. Ele disse que vai assinar uma nova legislação que vai garantir benefícios adicionais para desempregados.

O presidente americano assinou hoje a lei que acrescenta até 20 semanas aos benefícios para os desempregados no país e estende até meados de 2010 o benefício fiscal para quem vai comprar o primeiro imóvel.

Obama disse que a lei "vai ajudar a economia a crescer, a criar e poupar empregos e dará o alívio necessário para as pequenas empresas".

A Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) aprovou ontem ambas as medidas, um dia depois de terem sido aprovadas pelo Senado. Em todos os Estados do país o seguro-desemprego será estendido em 14 semanas, mas naqueles em que a taxa de desemprego estivera acima de 8,5% o benefício será estendido em mais seis semanas.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (430) 27/11/2009 11h08
Eduardo Giorgini (430) 27/11/2009 11h08
Pois é. PT prioriza quantidade, números.
Ao ver alguns programas do PT de perto, me assustei com a qualidade do andamento dos mesmos. Projetos mal feitos, abandonados e sem previsão de término, porém está nas estatísticas do governo.
Hospital Escola da Universidade Federal de São CArlos é um exemplo, onde foi criado às preças um curso de Medicina, onde a qualidade esta sendo questionável.
Visitei algumas obras do PAC na cidade. Milhões de reais em esquemas superfaturados, e sem previsão para finalizar dentre outros problemas de dezenas de ONGs que recebem verba do PT.
Isso em uma das melhores cidades do Brasil, com duas Universidades publica de ponta, imagina pelo resto do Brasil.
Povo brasileiro deu carta branca à corrupção e ao Lula.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Cassio Tavares (671) 27/11/2009 10h38
Cassio Tavares (671) 27/11/2009 10h38
José Valias, eu apenas comungo da opinião de mais de 90% da população brasileira. E voce com suas chaturas todo dia aqui no forum falando para míseros 6,2% do povo brasileiro que consideram o atual governo como ruim ou péssimo. Quem ganha a preferencia da população de um país tem o direito de falar. Os outros como consequencia devem ficar calados. Pode sapatear à vontade, porque em 2.010 tem mais. Compre logo uma dúzia de sapatos. 10 opiniões
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Cassio Tavares (671) 27/11/2009 10h30
Cassio Tavares (671) 27/11/2009 10h30
Eduardo Giorgini, a criação de mais de 1 milhão de empregos é pão e circo. Que tristeza hein. Seu comentário é o factóide do dia ? Mas também com uma oposição sem rumo, sem voto e até sem candidato, e com ridículos 6,2% da população brasileira dizendo que o atual governo é ruim ou pessimo, não tem mesmo solução. A dor de cotovelo agora é no coração e na alma, e aí não tem remédio que traga um alívio. O mais curioso é que a oposição não quer que na propaganda política para 2.010 os partidos aliados coloquem no ar a comparação entre o atual governo e o anterior. E o Governador Aécio Neves disse isso bem claramente na entrevista que deu ao João Dória Jr. na Bandeirantes. acontece é que a legislação atual não proibe que se faça a comparação entre as realizações dos 2 governos. A coisa está ficando mais dramática a cada dia na oposição. Anotem ai.
O Sr. José Serra está numa saia justa cada vez mais apertada, porque ele não sabe como dizer ao seu partido que não pretende ser lançado como candidato à presidente em 2.010, porque burro ele não é. E vai empurrando com a barriga seu constrangimento em dizer isso aos caciques do PSDB. Ele vai se candidatar à reeleição como governador de São Paulo.
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