Bolsas da Europa fecham em alta com ganhos entre bancos
da Reuters, em Londres
As Bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira, depois que investidores consideraram que os números mensais sobre emprego nos Estados Unidos não foram tão ruins quando se temia inicialmente. O país perdeu 190 mil postos de trabalho no mês passado e a taxa de desemprego chegou a 10,2%, a maior em 26 anos.
A Bolsa de Londres subiu 0,33%, indo para 5.142,72 pontos no índice FTSE 100; a Bolsa de Frankfurt subiu 0,13% no índice DAX, para 5.488,25 pontos; a Bolsa de Zurique teve alta de 0,13%, indo para 6.293,61 pontos no índice Swiss Market; e a Bolsa de Madri fechou em alta de 0,27%, com 1.209,50 pontos no índice Madrid General.
Na contramão ficaram a Bolsa de Paris, com ligeira perda de 0,04% no índice CAC 40, que ficou com 3.707,29 pontos; e a Bolsa de Amsterdã, com perda de 0,22% no índice AEX General, que encerrou o dia aos 307,14 pontos.
O índice FTSEurofirst 300, que mede o comportamento dos principais mercados europeus, subiu 0,19%, para 992,42 pontos. Mais cedo, o indicador avançou a 995,78 pontos na máxima e recuou a 979,69 pontos na mínima.
O índice chegou a cair após o anúncio de corte de postos de trabalho nos Estados Unidos em outubro. Contudo, parte do efeito negativo foi dissipado porque as perdas de vagas relativas a agosto e setembro foram revisadas para baixo, com 91 mil cortes a menos que o anteriormente informado. A revisão mostrou alguma melhora nas condições no mercado de trabalho.
"Depois de alguma confusão inicial acerca dos números de desemprego, o mercado retornou ao viés positivo com a revisão dos dados sobre postos de trabalho de agosto e setembro", disse Howard Wheeldon, estrategista da BGC Partners.
No lado positivo, os bancos somaram mais pontos ao índice. O parcialmente nacionalizado Royal Bank of Scotland ganhou 5,25%, após informar que reduziu em mais da metade as perdas do terceiro trimestre, à medida que o prejuízo diminuiu. HSBC, BNP Paribas, Credit Suisse e Barclays tiveram avanço entre 1,2% e 3,3%.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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