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Dinheiro
06/11/2009 - 15h33

Bolsas da Europa fecham em alta com ganhos entre bancos

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da Reuters, em Londres

As Bolsas europeias fecharam em alta nesta sexta-feira, depois que investidores consideraram que os números mensais sobre emprego nos Estados Unidos não foram tão ruins quando se temia inicialmente. O país perdeu 190 mil postos de trabalho no mês passado e a taxa de desemprego chegou a 10,2%, a maior em 26 anos.

A Bolsa de Londres subiu 0,33%, indo para 5.142,72 pontos no índice FTSE 100; a Bolsa de Frankfurt subiu 0,13% no índice DAX, para 5.488,25 pontos; a Bolsa de Zurique teve alta de 0,13%, indo para 6.293,61 pontos no índice Swiss Market; e a Bolsa de Madri fechou em alta de 0,27%, com 1.209,50 pontos no índice Madrid General.

Na contramão ficaram a Bolsa de Paris, com ligeira perda de 0,04% no índice CAC 40, que ficou com 3.707,29 pontos; e a Bolsa de Amsterdã, com perda de 0,22% no índice AEX General, que encerrou o dia aos 307,14 pontos.

O índice FTSEurofirst 300, que mede o comportamento dos principais mercados europeus, subiu 0,19%, para 992,42 pontos. Mais cedo, o indicador avançou a 995,78 pontos na máxima e recuou a 979,69 pontos na mínima.

O índice chegou a cair após o anúncio de corte de postos de trabalho nos Estados Unidos em outubro. Contudo, parte do efeito negativo foi dissipado porque as perdas de vagas relativas a agosto e setembro foram revisadas para baixo, com 91 mil cortes a menos que o anteriormente informado. A revisão mostrou alguma melhora nas condições no mercado de trabalho.

"Depois de alguma confusão inicial acerca dos números de desemprego, o mercado retornou ao viés positivo com a revisão dos dados sobre postos de trabalho de agosto e setembro", disse Howard Wheeldon, estrategista da BGC Partners.

No lado positivo, os bancos somaram mais pontos ao índice. O parcialmente nacionalizado Royal Bank of Scotland ganhou 5,25%, após informar que reduziu em mais da metade as perdas do terceiro trimestre, à medida que o prejuízo diminuiu. HSBC, BNP Paribas, Credit Suisse e Barclays tiveram avanço entre 1,2% e 3,3%.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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