Dinheiro
07/11/2009 - 15h37

Secretário dos EUA defende manutenção de estímulo econômico

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da Reuters, em Saint Andrews (Escócia)

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, afirmou que altas taxas de desemprego mostram que a recuperação econômica ainda está sob risco e que os governos precisam manter o programas de estímulo o quanto for necessário para assegurar o crescimento sustentado.

O secretário também manifestou ser contrário à proposta britânica de criação de um imposto sobre transações financeiras direcionado a criar um fundo de apoio para futuros períodos de estresse no sistema financeiro.

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"Um imposto diário sobre transações financeiras não é algo que estamos preparados para apoiar", afirmou Geithner em entrevista a uma emissora de TV após reunião de líderes do G20 (grupo que reúne os principais países ricos e emergentes do mundo).

Sobre os programas de estímulo, Geithner afirmou que "se colocarmos o pé no freio muito rapidamente vamos enfraquecer a economia e o sistema financeiro". "O desemprego vai subir, mais empresas vão quebrar, o deficit orçamentário vai crescer e o custo final da crise será maior", disse ele em comunicado após o fim do encontro.

"Com o crescimento agora surgindo e as chamas no sistema financeiro apagando, o desafio está mudando. O primeiro estágio foi o resgate de emergência", apontou Geithner. "A próxima fase é catalisar a demanda privada e o investimento privado. Isso vai exigir continuação das políticas de apoio."

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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