G20 se compromete a manter estímulos e pede taxa para transações internacionais
da Efe, em Saint Andrews (Reino Unido)
Os ministros da área econômica do G20 (grupo dos países mais desenvolvidos e as principais nações em desenvolvimento) combinaram hoje, em Saint Andrews (Reino Unido), manter as medidas de estímulo à economia e pedir ao FMI (Fundo Monetário Internacional) que estude a possibilidade taxar as transações financeiras internacionais.
Ao término da reunião, iniciada ontem, o ministro de Finanças do Reino Unido e anfitrião do encontro, Alistair Darling, disse que seus colegas também se comprometeram a apoiar as medidas de estímulo, a estabilidade financeira e o crescimento, assuntos que classificou como prioritários.
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Darling destacou que a ideia da taxação sobre as transações financeiras internacionais foi do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e tem como objetivo minimizar o impacto de futuras crises econômicas globais e disponibilizar capital aos bancos para que, no fim, não seja o contribuinte que arque com a ajuda a essas entidades.
Os ministros reunidos em Saint Andrews, acompanhados dos presidentes dos bancos centrais do G20, também concordaram que é importante supervisionar o que acontece em cada país e que o FMI acompanhe de perto qualquer problema financeiro que possa surgir.
Darling, porém, disse que, apesar de a situação econômica ter melhorado desde o colapso do sistema financeiro, a crise ainda não foi superada, motivo pelo qual foi decidido que as medidas de estímulo fiscal serão mantidas até que haja sinais sólidos de recuperação.
As economias desenvolvidas e emergentes também continuarão trabalhando para estabilizar a economia global. Quanto ao combate à mudança climática, os ministros discutiram o financiamento desta luta, mas não apresentaram números específicos.
Segundo Darling, os ministros da área econômica tiveram debates intensos sobre as opções disponíveis. Por esta razão, as conversas sobre o tema continuarão.
"A recuperação é desigual e continua sendo dependente de apoio econômico, e o elevado desemprego é uma grande preocupação", apontou o comunicado final da reunião de hoje. "Para restaurar a saúde da economia global e do sistema financeiro, concordamos em continuar a apoiar a recuperação."
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Que fala, fala, fala e não diz nada.
A intensa perseguição á iniciativa privada, com a estatização de empresas via decreto, estão acabando com a precária economia do país.
O fechamento de dois bancos agora, é só a cerejinha que faltava...
É isso aí Chávez, se tinha alguém querendo embarcar na canoa furada do bolivarianismo falido, com esta quebradeira toda, até a cumpanherada saí correndo...
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