Dinheiro
07/11/2009 - 15h47

G20 se compromete a manter estímulos e pede taxa para transações internacionais

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da Efe, em Saint Andrews (Reino Unido)

Os ministros da área econômica do G20 (grupo dos países mais desenvolvidos e as principais nações em desenvolvimento) combinaram hoje, em Saint Andrews (Reino Unido), manter as medidas de estímulo à economia e pedir ao FMI (Fundo Monetário Internacional) que estude a possibilidade taxar as transações financeiras internacionais.

Ao término da reunião, iniciada ontem, o ministro de Finanças do Reino Unido e anfitrião do encontro, Alistair Darling, disse que seus colegas também se comprometeram a apoiar as medidas de estímulo, a estabilidade financeira e o crescimento, assuntos que classificou como prioritários.

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Darling destacou que a ideia da taxação sobre as transações financeiras internacionais foi do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e tem como objetivo minimizar o impacto de futuras crises econômicas globais e disponibilizar capital aos bancos para que, no fim, não seja o contribuinte que arque com a ajuda a essas entidades.

Os ministros reunidos em Saint Andrews, acompanhados dos presidentes dos bancos centrais do G20, também concordaram que é importante supervisionar o que acontece em cada país e que o FMI acompanhe de perto qualquer problema financeiro que possa surgir.

Darling, porém, disse que, apesar de a situação econômica ter melhorado desde o colapso do sistema financeiro, a crise ainda não foi superada, motivo pelo qual foi decidido que as medidas de estímulo fiscal serão mantidas até que haja sinais sólidos de recuperação.

As economias desenvolvidas e emergentes também continuarão trabalhando para estabilizar a economia global. Quanto ao combate à mudança climática, os ministros discutiram o financiamento desta luta, mas não apresentaram números específicos.

Segundo Darling, os ministros da área econômica tiveram debates intensos sobre as opções disponíveis. Por esta razão, as conversas sobre o tema continuarão.

"A recuperação é desigual e continua sendo dependente de apoio econômico, e o elevado desemprego é uma grande preocupação", apontou o comunicado final da reunião de hoje. "Para restaurar a saúde da economia global e do sistema financeiro, concordamos em continuar a apoiar a recuperação."

Comentários dos leitores
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
lula ja que voce e o rei da cocada preta pois o brasil nos eixo lucrativo da economia com sua equipe de petista,mande uma equipe a altura para a venezuela por sua contas em ordem com um pouco do dinheiro do pre sal junto com o pac o bolsa familia e mais delubio,joão paulo cunha ,tarso genro,ze dirceu e waldomiro diniz,duda mendonça pra arrumar a imagem do hugo perante a população e a america latina,marcos valerio para assumir os bancos tomados na mão grande e a cara dele o palocci como o el ministro,genoino se o sr. quiser ir vai tambem depois das eleições de 2010 sem opinião
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Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Na década de 90 existiam em torno de 13 trilhões de dólares, recursos especulativos que viajavam para lá e para cá, surrupiando as economias emergentes e subdesenvovidas, ninguém fez nada. Como pombas de arribação que baixam sobre uma plantação deixando o rastro de destruição. Ninguém conteve essa fúria, agora explodiu nos EUAs e em Dubai, continua sem receeber as devidas punições seus donos. Quando será então que os povos passarão o fino da espada para ceifar de vez esse agentes criminosos, livres e protegidos. A organização do Estado jamais fará isso. Somente o povo é capaz de passar a limpo tudo isso, para isso precisa se achar capaz e não temer os custos cruentos da decisão. sem opinião
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O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
A única coisa que não está em recessão na Venezuela, é a imensa boca do Chávez...
Que fala, fala, fala e não diz nada.
A intensa perseguição á iniciativa privada, com a estatização de empresas via decreto, estão acabando com a precária economia do país.
O fechamento de dois bancos agora, é só a cerejinha que faltava...
É isso aí Chávez, se tinha alguém querendo embarcar na canoa furada do bolivarianismo falido, com esta quebradeira toda, até a cumpanherada saí correndo...
sem opinião
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