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Dinheiro
09/11/2009 - 10h43

Seguradora francesa AXA faz oferta de US$ 10 bi mirando crescer na Ásia

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da Reuters, em Sydney

A AXA Asia Pacific rejeitou uma oferta de US$ 10,3 bilhões de sua controladora AXA SA e da concorrente australiana AMP nesta segunda-feira, em um primeiro obstáculo para as ambições da seguradora francesa de se expandir na Ásia.

A AXA SA, segunda maior seguradora da Europa, deve levantar US$ 3 bilhões para comprar seus ativos da Ásia em uma operação em duas etapas que deve culminar na venda da AXA Asia Pacific para a AMP.

Em seguida, a empresa deve ser dividida em linhas geográficas com a empresa australiana mantendo os ativos na Austrália e Nova Zelândia e vendendo os ativos asiáticos de volta à AXA SA.

Mas os diretores independentes da AXA Asia Pacific rejeitaram a estrutura principal do acordo afirmando que ele "subvalorizava significativamente" a empresa.

A AXA SA tentou comprar as participações minoritárias na AXA Asia Pacific há cinco anos, mas foi rejeitada.

"Eles obviamente queriam ter pelo menos alguns dos ativos da AXA Asia Pacific por algum tempo. Eles queriam ter pago um preço barato antes e provavelmente querem o preço baixo novamente", afirmou Ross Barker, diretor-gerente no Australian Foundation Investment.

As ações da Asia Pacific dispararam 30% com a notícia da oferta, com o mercado apostando que AMP e AXA vão elevar a oferta.

Com a operação, a AMP terá todas as ações da Asia Pacific, incluindo os 53% de participação da controladora, num acordo de US$ 10,3 bilhões. Depois disso, a companhia venderá ativos asiáticos da AXA Asia Pacific de volta à empresa francesa.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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