Cooperação entre Ásia e América Latina será chave contra crise, diz BID
da Efe, em Tóquio
O presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Luis Alberto Moreno, considerou nesta segunda-feira, em Tóquio (Japão), que a cooperação entre a América Latina e a Ásia oriental deve se fortalecer como "chave" para a retomada do crescimento.
"A chave para sair da crise passa pelo aprofundamento da globalização e, em particular, pela solidificação da cooperação em matéria econômica, algo mais necessário que nunca", destacou.
O presidente do BID ressaltou a importância da cooperação entre América Latina e Ásia em matéria econômica e comercial, coincidindo com o 50º aniversário da instituição, que foi lembrado em Tóquio com a assinatura de um memorando de entendimento com o BAD (Banco Asiático de Desenvolvimento).
O acordo inclui um compromisso de coordenar estratégias e atividades de cooperação econômica, assim como a realização de foros de investimentos e comerciais entre a Ásia e a região de América Latina e do Caribe.
Segundo o vice-ministro de Estratégia e Finanças sul-coreano, Kyung Wook-hur, o acordo "favorecerá uma melhora das relações entre ambas as regiões no longo prazo".
Além disso, Kyung aconselhou o BID a "fomentar novas oportunidades de crescimento através da tecnologia verde".
Já a Mitsubishi Corporation concordou hoje em fornecer US$ 150 mil ao BID para ajudar pequenos produtores na América Latina, enquanto o banco Sumitomo Mitsui assinou um acordo para apoiar investimentos no terreno da eficiência energética.
O presidente do BAD, Haruhiko Kuroda, destacou a importância de Japão, Coreia do Sul e China como países que liderarão a recuperação após a crise econômica e sua importância crescente como investidores e importadores para a América Latina.
"Devemos trabalhar na redução de barreiras entre as regiões e na integração da região Ásia-Pacífico", especificou Kuroda.
O ministro das Finanças colombiano e presidente da Assembleia de Governadores do BID, Óscar Zuluaga, concordou com Moreno ao assinalar que tanto a América Latina quanto a Ásia estão demonstrando sua capacidade para emergir da crise.
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Especial


Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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