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Dinheiro
09/11/2009 - 12h38

Bancos centrais defendem retirada gradual das medidas contra crise

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da Efe, em Frankfurt

Os bancos centrais do chamado G10 (grupo dos países mais industrializados do mundo) concluíram nesta segunda-feira que é necessário retirar gradualmente as medidas especiais adotadas para enfrentar a crise econômica e financeira.

Foi o que afirmou o presidente do BCE (Banco Central Europeu) e porta-voz do G10, Jean-Claude Trichet, após uma reunião na cidade suíça de Basiléia, onde fica a sede o BIS (Banco para Pagamentos Internacionais, em sua sigla em inglês).

Trichet acrescentou que os bancos centrais do G10 observaram uma melhora nos mercados e que não tiveram uma discussão especial sobre as taxas de câmbio.

O presidente do BCE insistiu que, graças às medidas extraordinárias aplicadas pelos bancos centrais e governos, conseguiram "estabilizar a situação" e "evitar uma depressão".

Desde o início da crise financeira, em agosto de 2007, os bancos centrais introduziram liquidez extraordinária nos diferentes mercados financeiros para evitar uma escassez de liquidez.

Por sua vez, as autoridades monetárias baixaram as taxas de juros de forma radical, a fim de impulsionar o crescimento econômico.

Ainda há alguns assuntos aos quais as autoridades monetárias devem prestar atenção, como o desemprego, devido a sua repercussão na confiança, e os desequilíbrios fiscais, por causa de seus efeitos também nos mercados financeiros, segundo Trichet.

Os bancos centrais do G10 estão convencidos de que 'nas circunstâncias presentes permanecem os riscos, embora estejam equilibrados".

Sob a promoção do BIS (Banco de Pagamentos Internacionais), os bancos centrais do G10 e de algumas economias emergentes se reúnem bimestralmente para analisar a economia global.

O G10 --que concentra 85% da economia mundial-- reúne 11 países-membros, sendo eles Alemanha, Bélgica, Canadá, EUA, França, Itália, Japão, Holanda, Reino Unido, Suécia e Suíça.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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