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Dinheiro
09/11/2009 - 16h38

Dólar fecha a R$ 1,70; Bovespa avança 2,22%

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da Folha Online

O preço da moeda americana ficou mais barato pelo quinto dia consecutivo, mais uma vez na tendência inversa do mercado de ações, que "comemorou" a disposição dos países do G20 (mais desenvolvidos) em manter suas políticas anticrise.

Dessa forma, o dólar comercial foi vendido por R$ 1,701, em um decréscimo de 1,05%, nas últimas operações desta segunda-feira. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,710 e R$ 1,699. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,800, em baixa de 1,09%.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tem alta de 2,22%, aos 65.895 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,43 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 1,57%.

Entre outras notícias importantes do dia, o boletim Focus, do Banco Central, mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro revisou para cima suas projeções para o crescimento econômico em 2009 e 2010. Para o fim deste ano, a projeção de crescimento passou de 0,18% para 0,20%. Para o fim do ano que vem, a expectativa é de crescimento de 4,83%, contra previsão anterior de 4,8%.

Para a inflação deste ano, o IPCA foi projetado em 4,27%. Para 2010, a previsão é de que a inflação oficial encerre o ano em 4,46%.

O BC realizou leilão de compra de moeda às 15h33 (hora de Brasília) e aceitou ofertas por R$ 1,7012 (taxa de corte).

E em entrevista ao jornal britânico "Financial Times", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que as reservas internacionais do país devem atingir a marca dos US$ 300 bilhões "em breve". Até sexta-feira, as reservas estavam na casa dos US$ 233 bilhões.

Juros futuros

O mercado de juros futuros, que regula o custo do dinheiro nos bancos, elevou as taxas projetadas nos contratos de mais longo prazo.

No contrato que aponta os juros para janeiro de 2010, a taxa prevista recuou de 8,64% ao ano para 8,63%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada passou de 10,13% para 10,17%. Essas taxas são preliminares e ainda podem sofrer ajustes.

Comentários dos leitores
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Ismar Dias Ferreira (19) 15/12/2009 18h59
Tratar a questão do câmbio como um problema conjuntural, como vem fazendo o Governo, é um equívoco. A atual valorização do real frente ao dólar e outras moedas resulta de uma nova realidade estrutural, ainda em fase de consolidação, que tende a tornar essa valorização ainda mais forte nos próximos anos. Por isso, exige resposta também estrutural. Exige um salto de produtividade por parte do parque produtivo nacional, que permita um reequlíbrio da competitividade de nossos produtos frente aos de nossos parceiros comerciais. Assim, medidas como baixa da taxa de juros, tributação da entrada de recursos estrangeiros, quarentena/pedágio sobre os investimentos especulativos, bem como o aumento sem limites das reservas cambiais do País, tudo isso poderá até surtir algum efeito de curtísssimo prazo, mas são medidas insustentáveis no médio e longo prazo e certamente não resolverão o problema. A (única) saída me parece óbvia, embora não tão fácil de implementar, que é atacar com firmeza e com sentido de urgência a questão do Custo Brasil, com investimentos maciços em infraestrutura, logísitca, educação e tecnologia por um lado e, por outro, com a revisão URGENTE dos nossos modelos/arcabouços tributário, trabalhista e previdenciário. Se isto não for atacado com prioridade máxima e com bastante foco, tudo o mais não passará de ações paliativas, no estilo "enxugar gelo". Mas isso, certamente, é TAREFA PARA O PRÓXIMO GOVERNO, pois que o atual bem pouco avançou nessa agenda! sem opinião
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celso assis (88) 11/12/2009 17h59
celso assis (88) 11/12/2009 17h59
A Bovespa está na maior bolha da história, e não é só devido aos gringos, que por sinal diminuiram sua exposição em novembro,mes em que a bolsa subiu mais de 8%. Neste mes quem aumentou sua participação foram os investidores institucionais, Bancos, e Empresas aqui do Brasil (ao todo aumentaram sua participação em cerca de 6,5% ) . Como se ve alguma coisa não bate com as informações divulgadas pela midia.
Sem dúvida alguem está pondo açucar para chamar os otários.
sem opinião
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Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
Rogério Turchetti (39) 26/11/2009 16h35
O nosso grande "Guru" Financeiro, o Sr. Lula da Silva deveria sair na capa da "Economist" vestido de CROUPIE. Seu governo está patrocinando o maior casino financeiro do mundo atual, bem aqui embaixo das nossas barbas !!!!
Não é a toa que os banqueiros de cá, e mesmo os de "olhinhos azuis", o estão idolatrando tanto.
Enquanto isso, nossa industria está sendo completamente sucateada !!!
Vamos parar com as "mentirinhas" e com a sapiência Marketeira !!!
Acorda Brasil !!!
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