Bolsas de NY sobem com manutenção de medidas de reativação
da Folha Online
As Bolsas americanas fecharam nesta segunda-feira com ganhos na casa dos 2%, com uma reação positiva dos investidores à decisão do G20 (grupo dos países mais ricos e principais emergentes) de manter as medidas governamentais de reativação da economia.
Com o ganho de hoje, o Dow Jones Industrial Average --principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês)-- chegou à sua maior pontuação desde outubro do ano passado.
O Dow Jones avançou 2,03%, fechando a 10.226,94 pontos, enquanto o ampliado S&P 500 teve alta de 2,22%, para 1.093,08 unidades. Já na Bolsa tecnológica Nasdaq, o índice Nasdaq Composite subiu 1,97%, para 2.154,06 pontos.
O G20 decidiu no sábado, após reunião em Saint Andrews (Reino Unido), manter as medidas de estímulo à economia e pedir ao FMI (Fundo Monetário Internacional) que estude a possibilidade taxar as transações financeiras internacionais.
O ministro de Finanças do Reino Unido, Alistair Darling, disse que seus colegas também se comprometeram a apoiar as medidas de estímulo, a estabilidade financeira e o crescimento, assuntos que classificou como prioritários. Ele disse, no entanto, que, apesar de a situação econômica ter melhorado desde o colapso do sistema financeiro, a crise ainda não foi superada, motivo pelo qual foi decidido que as medidas de estímulo fiscal serão mantidas até que haja sinais sólidos de recuperação.
"Assim se reduziram as inquietudes do mercado sobre uma retirada prematura das medidas de reativação", explicou o analista Patrick O'Hare, do site de análises financeiras Briefing.com.
No setor corporativo, o grupo britânico do setor alimentício Cadbury rejeitou uma oferta de compra de 9,8 bilhões de libras (cerca de US$ 16,4 bilhões) apresentada pela Kraft Foods --a empresa recusou-se a melhorar a oferta feita anteriormente à Cadbury.


RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
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LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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FHC: privatizou as mais importantes estatais a preços questionáveis e viu o lucro destas empresas sair dos cofres da união para sustentar o crescimento econômico de companhias internacionais. Não privatizou a PETROBRÁS por sofrer forte pressão e protestos da sociedade, mas vendeu 2/3 das ações da empresa.
LULA: encerrou a farra das privatizações, valorizou em mais de 1000% a grande maioria das estatais e estas hoje são importantíssimas como promotoras do crescimento, suprimento de crédito nacional e geração de emprego (com mão de obra especializada).
FHC:Manteve durante todo seu governo juros altos (chegando a 48%) e entregou o governo com 25% da SELIC e fez com que o Brasil assumisse a liderança isolada dos juros NO MUNDO.
LULA: reduziu gradualmente os juros (que hoje é de 8,75%), o país deixou a liderança dos juros e hoje ocupa o quinta posição (com tendência de queda em médio e longo prazo).
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