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Dinheiro
10/11/2009 - 11h40

PIB do Brasil cresce até 10% no terceiro trimestre, diz Mantega

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TATIANA RESENDE
da Folha Onliine

O Brasil já está crescendo a uma taxa anualizada de 4% a 5%, disse o ministro Guido Mantega (Fazenda) no Fórum Econômico Brasil Itália, realizado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), nesta terça-feira. Na comparação entre o terceiro trimestre deste ano e o do passado, a expansão do PIB deve ter ficado entre 8% e 10%, afirmou.

Nos últimos três anos, acrescentou, a média de crescimento é de 5% e a previsão para 2009 é de 1% "positivo", como fez questão de frisar o ministro.

Mantega disse ainda que esse crescimento projetado para 2010 deve se manter, pois "já se iniciou um novo ciclo de expansão que vai perdurar nos próximos anos".

O ministro citou vários projetos que vão garantir esse desempenho, como para exploração da camada pré-sal, o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, no setor hidrelétrico e no de logística, como o trem de alta velocidade, além da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos.

A Petrobras, afirmou, está realizando investimentos em torno de US$ 40 bilhões neste ano, "o maior volume de investimento na área de petróleo no mundo."

Mantega ressaltou ainda os bons resultados da indústria automobilística e lembrou que, como há uma relação de sete habitantes por carro no país, ainda há seis pessoas que podem adquirir automóveis nos próximos anos. "Espero que nem todos comprem se não a cidade vai parar", ponderou.

Sobre a taxação de IOF para estrangeiros, Mantega defendeu a medida dizendo que o país teve que implantar uma "pequena taxa" para o capital externo "tamanho era o interesse que havia pelo Brasil". O objetivo, reiterou, é evitar que haja um exagero de aplicações e a formação de uma "bolha" na Bolsa de Valores brasileira.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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