União Europeia aprova novas regras de supervisão para setor de seguros
da Efe, em Bruxelas
A UE (União Europeia) aprovou nesta terça-feira formalmente novas regras de solvência para as companhias de seguros e resseguros, que reforçam a supervisão sobre essas entidades e as normas que devem respeitar.
A nova regra pretende aumentar a integração desse mercado na UE, reforçar a proteção dos assegurados, aumentar a competitividade de seguradoras e resseguradoras, além de melhorar a legislação do setor.
Após mais de sete anos de tramitação, o Conselho de Ministros de Economia e Finanças da UE deu hoje sinal verde sem debate, uma vez alcançado um acordo em primeira leitura com o Parlamento Europeu.
A regra, conhecida como Solvência 2, que apresenta como vantagem a consolidação em um só documento de 14 normas de seguros --a mais antiga datava de 1973-- deverá estar incorporada à legislação nacional dos Estados-membros da UE antes de 31 de outubro de 2012.
Leia mais notícias sobre a crise econômica global
- Economia brasileira já cresce a 5%, diz Mantega
- Preços ao consumidor na Alemanha desaceleram em outubro após revisão
- "Queda livre" da economia global chegou ao fim, diz BC europeu
Especial


Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar
avalie fechar
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
avalie fechar