Dinheiro
10/11/2009 - 13h27

Procuradoria abre consulta sobre compra da GVT pela Telefônica

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da Reuters

O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) abriu um processo de consulta pública para avaliar a proposta de compra da operadora de telecomunicações GVT pela Telefônica, avaliada em cerca de R$ 7 bilhões.

O Ministério Público paulista tem receio de que a aquisição possa eventualmente afetar a capacidade de investimento da Telefônica, após uma série de interrupções em alguns de seus serviços ocorridos nos últimos meses e que culminaram com a empresa sendo impedida de vender banda larga por cerca de dois meses em meados deste ano.

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"A partir das panes ocorridas na rede da Telefônica nesse ano, a Procuradoria da República em São Paulo quer saber se a aquisição vai comprometer a capacidade de investimento da operadora e se a não entrada de um concorrente vai permitir o congelamento de investimentos ou comprometer a qualidade dos serviços em São Paulo", segundo o MPF.

Também interessado na operadora que atua nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste e em parte do Nordeste e Norte do país está o grupo francês Vivendi, que chegou a sinalizar com uma oferta de R$ 5,4 bilhões pela GVT.

A consulta pública vai até dia 17 de novembro e está aberta a "todos os interessados que entendam ter considerações, informações e documentos sobre a aquisição da GVT pela Telefônica, aspectos concorrenciais, consumeristas e sua repercussão na capacidade de investimento na rede e nos serviços", conforme o MPF.

A Telefônica é controlada pela espanhola Telefónica.

Em nota, o procurador Márcio Schusterschitz Araújo afirmou que a privatização das telecomunicações e a lei geral de telecomunicações "foram baseadas na manutenção da concorrência no setor e a aquisição da GVT pela concessionária (Telefônica) pode subverter a lógica do setor."

Comentários dos leitores
thiago cezar (3) 11/11/2009 23h07
thiago cezar (3) 11/11/2009 23h07
Olha deixando de lado as paixões politicas de lado, eu temo pelos clientes (eu, vc, e todos) que se por uma infelicidade vier a ser a telefonica a compradora da gvt, e por um motivo muito simples, o filme da telefonica está queimado. A melhor maneira dela tentar esconder as besteiras que fez e que continua fazendu em relação a prestãção de serviço, é comprar uma empresa que só recebe elogios de seus clientes. Será que nossas autoridades não percebem que uma empresa com o indice de reclamação que a telefonica tem não tem e nem terá jamais condiçoes de adquirir uma outra empresa do mesmo ramo. Se éla não consegue satisfazer os propios clientes...como poderá énsar em entrar em outro mercado??? Sinto muito se esse negócio se concretizar, e muito mais por nós consumidores pq ninguem merece...Esse pessoal da telefonica, visa unicamente o lucro , qualidade no serviço fica pra ultimo plano, e o pior é que os caras tem um paiol inteiro de bala na agulha, se s nossas autoridades deixarem pra classe politica decidir sobre esse serviço tão importante, nós estamos FERRADOS.. . e naum é pouco naum, QUANDO A NOIVA É BONITA ...TODO MUNDO QUER CASAR...mas se a gvt fosse uma empresa queimada no mercado...DUVIDO QUE ÉLA TERIA TANTO INTERESSE ASSIM sem opinião
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Sidnei Roberto Silva (10) 30/09/2009 12h44
Sidnei Roberto Silva (10) 30/09/2009 12h44
A Tefelónica tem deveria entender de uma vez por todas que sua política de investimento está totalmente errada. Como deixou de investir no passado, seu parque geral esta muito desatualizado, equipamentos e, principalmente, mão-de-obra. Deixou de investir em treinamento e abriu mão de profissionais capacitados em prol do lucro fácil e imediato. Quanto ao governo, que deveria fiscalizar essa empresa, é culpado por omissão, conivência, inoperância. A única maneira legítima de obrigar uma empresa a produzir é através da concorrência. Sem está não há sentindo de comprometimento com os usuários e outras empresas que utilizam este sistema. Vejo muita demagogia, jogo de interesse e despreparo do governo e seus órgão controladores. A crise estava ai para quem quisesse ver. Aonde estava o planejamento do governo para não notar? 5 opiniões
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Silvio Gollega Jr. (1) 15/09/2009 13h15
Silvio Gollega Jr. (1) 15/09/2009 13h15
Nega falta de investimento? Fiquei 5 anos com o serviço speedy volta e meia dando problemas, enviavam técnicos em minha casa que aveliavam o problema e relatavam sempre o mesmo: A central onde meu speedy estava conectado estava sobrecarregada, era preciso um upgrade de equipamentos na central onde ficava meu speedy. Foram 5 anos aturando a mesma resposta. Quando resolvi cancelar o serviço me garantiram que o upgrade estava para ser feito a qualquer momento.
Depois a telefônica vem dizer que "nega falta de investimento...". No problema da minha central, que conectava muitos outros assinantes é que não investiram!
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