Publicidade

Dinheiro
10/11/2009 - 14h45

Pirelli amplia investimentos no Brasil em US$ 100 mi

Publicidade

da Folha Online

A fabricante de pneus Pirelli anunciou nesta terça-feira que ampliará o seu plano de investimentos no Brasil, já anunciado em julho deste ano, para incluir investimentos na área de pneus para veículos especializados.

Serão investidos neste ramo US$ 100 milhões, que se juntam aos US$ 300 milhões do plano de investimentos da multinacional italiana no Brasil entre 2008 e 2011. Com isso, o investimento total da empresa no período será de US$ 400 milhões.

Braskem fecha parceria para construir fábrica de produtos químicos no México
Lojas Americanas investirá R$ 1 bi para abrir 400 novas lojas

Os recursos serão concentrados na fábrica da Pirelli em Santo André e serão destinados à criação de um departamento de pesquisa para a produção de pneus para a construção civil, para modernização e ampliação da capacidade produtiva das divisões destinadas à agricultura e ao desenvolvimento de novas tecnologias para pneus radiais.

Segundo a empresa, o novo investimento se faz necessário devido à demanda que estes setores terão nos próximos anos. "Especialmente no segmento de veículos para a construção civil, minas e mineração, os mercados de maior crescimento serão exatamente o brasileiro, com previsão de crescimento total de 37% no período de 2010-2013 em relação a 2008, e o latino americano, com crescimento estimado de 25% no mesmo período", informou a Pirelli em comunicado.

Com o investimento, a multinacional italiana também prevê que voltará a exportar pneus especializados a partir de 2011.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
avalie fechar
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
avalie fechar
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2429)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca