Bovespa tem alta modesta em dia volátil; dólar bate R$ 1,71
da Folha Online
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tem uma jornada volátil nesta terça-feira, alternando entre altas e baixas moderadas. O mercado caiu na abertura, esboçou reação após o início dos negócios em Nova York, e "patina" nesta primeira metade do pregão. A agenda econômica está esvaziada tanto no front externo quanto na cena doméstica. O dólar bate R$ 1,71, com os agentes financeiros sob expectativa novas medidas do governo sobre o câmbio.
O Ibovespa, termômetro dos negócios da Bolsa paulista, sobe 0,10%, aos 66.280 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,42 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York tem leve alta de 0,05%.
O dólar comercial é vendido por R$ 1,711, em um avanço de 0,58% sobre a cotação final de ontem. A taxa de risco-país marca 214 pontos, número 1,38% abaixo da pontuação anterior.
Entre as primeiras notícias do dia, o ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que o PIB (Produto Interno Bruto) do país deve crescer entre 8% e 10% no terceiro trimestre deste ano. E que em 2009, a previsão é de 1%.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) reportou que O nível de emprego na indústria aumentou 0,4% em setembro, na comparação com agosto. Trata-se da terceira alta consecutiva deste indicador.
A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) apontou inflação de 0,31% para o período de quatro semanas até o dia 7 deste mês. Em outubro, o IPC teve variação de 0,25%.
No front externo, a imprensa chinesa reportou que o país registrou pela primeira vez a venda de 10 milhões de veículos em um ano.
Empresas
O banco Nossa Caixa reportou lucro líquido recorrente (sem fatores extraordinários) de R$ 164,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, um avanço de 83,2% sobre o resultado de um ano antes.
Ontem à noite, a companhia aérea Gol anunciou um lucro líquido de R$ 77,9 milhões para o terceiro trimestre deste ano, contra prejuízo de R$ 510,7 milhões no mesmo período passado.



Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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