Funcionários da Iberia convocam mais dias de greve
da Efe, em Madri
da Folha Online
Os funcionários de bordo da companhia aérea espanhola Iberia, que realizam hoje um dia de greve, foram convocados pelos representantes sindicais a novas paralisações no final do mês e em dezembro.
Assim informaram hoje os representantes sindicais dos funcionários de bordo, que precisaram os novos dias de greve foram convocados para 30 de novembro, 1 e 2 de dezembro, e entre 14 e 18 do mesmo mês.
Os dois dias de paralisações realizados ontem e hoje representaram para a Iberia o cancelamento de 368 voos, incluindo 121 internacionais, 12 de longo percurso com trajetos a São Paulo, Nova York, Buenos Aires e México, que afetam cerca de 40 mil passageiros nos dois dias.
Os sindicatos afirmaram que a convocação das interrupções respeita as festas de fim de ano e os feriados que acontecem na Espanha de 5 a 8 de dezembro, pois não busca "prejudicar" os passageiros, mas "pressionar a empresa" para que atenda a suas reivindicações, disseram os sindicalistas.
As fontes sindicais disseram que confiam em que, nos próximos dias, será possível chegar a um acordo com a empresa para a não realização dessas interrupções, que ocorrem devido à situação de estagnação do convênio coletivo.
Os funcionários de bordo da Iberia já realizaram quatro dias de greve, que afetaram cerca de 800 voos da Iberia.
O presidente de um dos sindicatos, Antonio Escobar, indicou, de acordo com informações da agência de notícias Efe divulgadas ontem, que a Iberia só quer reunir-se para falar de temas genéricos e não quer negociar, com o objetivo que se estenda o desânimo entre os trabalhadores.
A Iberia, no entanto, informou em um comunicado que os sindicatos que representam os tripulantes não têm "o mínimo interesse" em alcançar um acordo e tentam boicotá-la ao reivindicar mais dinheiro e apresentar "novas exigências".
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Especial



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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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